O pão francês, nosso velho conhecido

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Bem, nem tão velho assim. Esse pão de casca dourada e miolo branco surgiu no Brasil apenas a partir do começo do século passado!  Antes, o pão consumido por aqui era bastante escuro, por fora e por dentro, e um tanto “pesado”.  Tudo indica que a receita do pão que ficou popular entre nós é a mesma da baguette produzida na França a partir de meados do século dezenove. Então, não é à toa que o nosso pãozinho é conhecido por pão francês.  Também é conhecido por  “pão de sal”, pois é feito apenas com farinha, água, fermento e sal.

Já o hábito de consumir o pão francês na sua versão reduzida, o pãozinho de 50 gramas, é ainda mais recente. Antes o pãozinho era comprado apenas para fazer sanduíche em festa. As famílias preferiam as versões maiores do pão francês, como a “bengala” de 500g e o “filão” de 1 kg. Muitas padarias sequer produziam o pãozinho de 50 gramas regularmente, e às vezes era preciso encomendá-lo. Entretanto, a partir dos anos 1950 o pãozinho ganha a preferência dos consumidores.

Quanto à forma de comercialização, durante muito tempo o pão francês foi pré-medido, ou seja, fabricado com o peso fixo, respeitando os tamanhos tradicionais. Assim, a portaria n.º 17 de 25/01/1994 do INMETRO (primeira a tratar do assunto) padronizou os pesos para o produto em  50g, 100g, 200 g, 300 g, 500 g e 1kg.  Nessa época os consumidores compravam os pães por unidade. Pedia-se, por exemplo, duas bengalas, dez pãezinhos, ou um filão. É claro que o preço do pão também era estabelecido por unidade. Um pãozinho de 50g podia custar, por exemplo, vinte centavos.

Acontece que o sistema começou a trazer problemas, pois as padarias tinham dificuldade em fabricar o pão francês com os 50 gramas requeridos. Muitas padarias faziam os pães com menos de 50 gramas e lesavam o consumidor. Com isso, eram freqüentemente multadas pelo IPEM. Aquelas que faziam o pão com mais de 50 gramas acabavam tendo prejuízo.

O peso do saco de papel precisa ser descontado!!

A solução encontrada foi proibir a comercialização dos pães pré-medidos. Assim, a partir da edição da portaria Inmetro n.°146 de 20 de junho de 2006, só é permitida a comercialização do pão francês, ou de sal, quando este for pesado na presença do consumidor. A padaria deve, obrigatoriamente, colocar um cartaz bem visível com o preço do quilograma do pão francês.

No começo algumas pessoas estranharam. Porém, nada mudou para o consumidor, que pode continuar pedindo os seus dez ou vinte pãezinhos, só que estes são pesados na sua presença e o valor cobrado será aquele apurado pela balança. É claro que, na hora de pesar o pão, o peso da embalagem deve ser descontado. Afinal, ninguém come o saco de papel onde os pãezinhos são acondicionados, não é?

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37 Respostas to “O pão francês, nosso velho conhecido”

  1. Willian Humberto Says:

    A padaria onde moro, vende os pães a 0,35 centavos cada. E se nega a pesar caso o cliente solicita. O que deve ser feito nesse caso ?

    • Montini Says:

      Caro Willian,
      Se você reside no Estado de São Paulo, Ligue para a ouvidoria do IPEM-SP (0800.013.05.22), relate o caso e informe o endereço da padaria. Você não precisa se identificar, mas se preferir fazê-lo seus dados serão mantidos em sigilo. Após feita a denúncia uma equipe de fiscalização do IPEM-SP irá ao local. Você será informado sobre o resultado da fiscalização. Se você residir fora do Estado de são paulo, entre em contato com o IPEM do seu Estado.

  2. cilene Says:

    oi a padaria proximo da minha casa ta vendendo pao por unidade 5 paezinhos R$ 3,00 esta certo? como devo denunciar a padaria

    • Montini Says:

      Cara Cilene,
      A padaria está errada.O pão francês só pode ser comercializado por quilograma. Se você mora no Estado de São Paulo, entre em contato com a nossa ouvidoria pelo telefone 0800.013.05.22 e denuncie. Uma equipe de fiscalização será enviada ao local. A ligação é gratuita e o sigilo é garantido. Se você morar fora de São Paulo, entre em contato com o IPEM do seu Estado.

  3. Misael S Silva Says:

    Há tempos venho observando o comportamento das padarias e
    quando reclamo que o pão está pesando 70 gramas, algumas até concordam comigo.
    Já comprei pão francês de 84 gramas.
    A conta é simples: se o pão voltar a ter 50 gramas o faturamento dos pães cai de 20 a 30%. Qual padaria vai aceitar.
    Agora dizer que se não concorda com o peso é só diminuir a quantidade de pães… é duro de ler!
    Ficou igual a aposentadoria: não dá para reclamar.
    Dias atrás achei uma que o faz com 50 gramas. Fiquei freguês.

    • Montini Says:

      Caro Misael,
      A intenção do INMETRO, quando alterou a legislação, foi proteger o consumidor. Entretanto, esse efeito colateral indesejado de fato tem ocorrido. A legislação é federal, e o papel do IPEM-SP é fazer com que esta seja cumprida aqui no Estado de São Paulo. Registramos, contudo, a sua insatisfação.

  4. Ane Says:

    Gostaria que me explicasse melhor sobre a lei q foi extinta. Porque hoje uma cliente me falou que na falta do pão francês, sou obrigada a da qualquer produto (pães) que ela escolhesse e que não importava o valor do pão que ela iria levar pra substituir o francês. Achei isso um absurdo, acho justo que tenha um outro para substitui-lo, mas qualquer um que o cliente queira achei demais. Desde já muito OBRIGADA!

    • Montini Says:

      Cara Ane,

      Uma antiga Portaria da Sunab (Superintendência Nacional de Abastecimento) de 1990 determinava, em um dos seus artigos, que na falta do pão francês o comerciante deveria vender qualquer outro tipo de pão pelo preço do francês. Essa portaria foi redigida numa época em que existia risco de desabastecimento (época do Plano Collor). Entretanto, portarias da Sunab posteriores a essa, e que tratam do mesmo assunto (como as Portarias n° 3 e 4 de 1994) já não trazem essa determinação. A Sunab foi extinta em 1997. Hoje, portanto, não há nenhuma Lei, norma ou portaria federal que obrigue a padaria a vender outro tipo de pão pelo mesmo preço do pão francês, caso este esteja em falta, e o mesmo vale para o Estado de São Paulo.

  5. jlopes Says:

    Olá Montini,
    Fui em uma padaria próximo a minha casa e pedi uma quantidade de pão, quando notei um tamanho menor do que o costume, dos pães. e o dono quis me vender por quilo , estava o preço do quilo do pão , mas ainda ele quis me vender por unidade cobrando 30 centavos e com um tamanho bem pequeno, achei errado , porem levei os pães . mas não queria que ficasse assim , ligo no 0800.013.05.22

    • Montini Says:

      Sim, você deve ligar para o telefone da Ouvidoria, que é esse mesmo, e denunciar a padaria. O pão francês só pode ser vendido por peso, que é a maneira mais segura de levar a quantidade de pão pela qual se está pagando.

  6. Hélio Menezes Says:

    Quem é o responsável pela fiscalização do modo o qual o pãozinho é comercializado? Na padaria aqui na esquina não estão mais pesando o pãozinho, estão comercializando por unidade, alegam que recebem muitas reclamações, quando vendem por peso, não é Lei?

    • Montini Says:

      Prezado Hélio,
      Sim, é Lei, e precisa ser respeitada. Por isso, peço que você entre em contato com a nossa Ouvidoria e relate o caso.
      A sua denúncia será enviada a uma equipe fiscal, que irá ao local apurar a irregularidade. Se você quiser poderá ficar sabendo do resultado da fiscalização. Por favor, ligue no 0800.013.15.22 e faça a sua denúncia. A ligação é gratuita.

  7. Manoel Says:

    Sou de Jundiaí-SP e ao comprar pão francês por kilo, a informaçãodo prêço por kilo não aparecia na balança, somente no cupom do caixa. Ao questionar o proprietário do establecimento, o mesmo disse que estava de acordo com a portaria 146/2006 do INMETRO, que não traz essa exigência. Ao pesquisar a portaria 146/2006 do INMETRO, tive a confirmação pois conforme a mesma no a balança a ser utilizada deve ter no mínimo a indicação de massa medida (peso) e do preço a pagar. E agora? Como ficamos?

    • Montini Says:

      Caro Manoel,
      Peço que você relate o caso à nossa ouvidoria. O telefone é 0800.013.05.22 informando a o ocorrência e o endereço do estabelecimento. Uma equipe de fiscalização será enviada ao local. A ouvidoria do IPEM garante sigilo absoluto e você poderá, se quiser, ser informado do resultado da fiscalização.

  8. Julio Pires Says:

    Meu nome é julio de Cambé, ao comprar pão francê em uma padaia da cidade verifiquei que a balança não registrava o preço por quilo, porém registrava o prêço total a pagar, como isso é possível

    • Montini Says:

      Prezado Julio.
      Você tem razão, a balança deve registrar o preço por quilograma. Como você reside no Paraná, você deve recorrer ao IPEM-PR, que é o representante do Inmetro no Paraná assim como nós, aqui do IPEM-SP, somos os representantes do Inmetro para São Paulo. Por favor, entre em contato com a Ouvidoria do IPEM-PR pelo telefone 0800 645-0102 e relate o seu caso.

  9. edson Says:

    Ola. Meu nome é Edson de Foz do Iguaçu – Paraná. Fui em um supermercado e pedi 10 pães franceses que pesados deram 690 gramas, sendo que o certo seria 500 gramas. Se o pão é de 50 g cada, tem abuso aí. Me ajudem e me respondam.

    • Montini Says:

      Caro Edson.
      De fato, o pão francês de tamanho pequeno, conhecido como pãozinho, tem sido fabricado tradicionalmente com o peso de 50 gramas. Entretanto, já há algum tempo não existe mais a obrigação legal de se fazer esses pãezinhos com 50 gramas. Isso porque o Inmetro decidiu alterar a legislação e estabelecer que só é permitido vender o pão francês pesando-o em presença do consumidor. Ou seja, não existe mais pão de 50 gramas. Isso fez com que alguns fabricantes aumentassem o tamanho (e o peso) do pão com a intenção de vender mais produto para aqueles consumidores acostumados a comprar o pãozinho por número de unidades, como foi o seu caso. Ou seja, se você pretende continuar comprando nesse supermercado, e se não quer comprar mais pão do que o necessário, você pode reduzir o número de pães que compra para 8, por exemplo.

  10. Joao Lucas Says:

    Dia 14/10/12,às 9:30 da manha,entrei numa padaria do meu bairro pra comprar pao francês.Infelizmente,nao tinha.Fui informado q o referido pao nao teria mais fornada.Achei um absurdo!Entao, me lembrei de uma lei q dizia: NA FALTA DO PAO FRANCÊS,TODOS OS ESTABELECIMENTOS Q O COMERCIALIZEM,DEVERAO VENDER QUALQUER OUTRO TIPO DE PAO PELO MESMO VALOR DO PAO FRANCÊS.Era,mais ou menos, assim q eu via afixado nas padarias,em Belo Horizonte.Essa lei,ainda,ta em vigor?

    Atenciosamente,

    Joao Lucas (Serra/ES)

    • ipemsp Says:

      Caro João Lucas
      Antes de tudo, desculpe a demora em responder. O site ficou inoperante durante o ano de 2012.
      Você se refere à uma Portaria da Sunab – Superintendência Nacional de Abastecimento, de 1990. Um dos seus artigos determinava que, na falta do pão francês, o comerciante deveria vender qualquer outro tipo de pão pelo preço do francês. Entretanto, portarias da Sunab posteriores a essa, e que tratam do mesmo assunto (como as Portarias n° 3 e 4 de 1994) já não trazem essa determinação. A Sunab foi extinta em 1997. Hoje, portanto, não há nenhuma Lei, norma ou portaria federal que obrigue a padaria a vender outro tipo de pão pelo mesmo preço do pão francês, e o mesmo vale para o Estado de São Paulo, a menos que aí no Espírito Santo haja regulamentação específica a respeito.

  11. Ivan Siqueira Says:

    Prezados Senhores, Estive em uma padaria, onde comprei 2 pães e foi pesado a 280gr, me senti lesado, pedi para o caixa pesar novamente e o peso foi o mesmo! é possível a balança estar adulterada? que atitude posso tomar?? onde ligo para denunciar esse abuso? Fico no aguardo de sua resposta, Ats Ivan Siqueira

    • ipemsp Says:

      Prezado Ivan
      Desculpe a demora em responder. Este site esteve inoperante durante o ano de 2012, de modo que só agora estamos retomando as questões.
      Sim, é possível que a balança esteja irregular. Entre em contato com a nossa Ouvidoria pelo telefone 0800.013.05.22 e formalize a sua denúncia. A ligação é gratuita, o sigilo é absoluto e você terá retorno da ação tomada pelo Ipem-SP, se desejar.

  12. Flávia E.A.C.Rugiadini Says:

    Ontem estive numa padaria e pedi 250 gramas de Carolinas (docinhos). A atendente colocou-as em um saquinho e pesou,aproximadamente 270 gramas. Achei muito, mas…fui pagar. Chegando no caixa, ela não havia registrado o peso das carolinhas no cartão da padaria, então , a pedido do caixa, outro balconista pesou (em outra balança) as mesmas carolinas, a fim de registrá-las no cartão. Fiquei olhando, pois já havia estranhado o peso…Qual não foi a minha surpresa quando vi que as mesmas carolinas, pesadas por outro atendente em outra balança, pesavam 80 gramas a menos, ou seja, 190 gramas…Estranhei, contei ao Caixa e ao funcionário que fez a segunda pesagem, e eles não me responderam nada, somente ficaram me olhando em silêncio… Eu nunca mais irei a esta padaria, mas existe uma forma de vocês fiscalizarem as balanças da mesma, a fim de que outros consumidores não sejam mais enganados?

    • Montini Says:

      Cara Flávia.
      Existe, sim, um meio de coibir esses abusos. Por favor, ligue para a nossa Ouvidoria. O telefone é 0800.013.05.22 (ligação gratuita). A atendente registrará a sua denúncia e uma equipe de fiscalização irá ao local para verificar as balanças. O seu nome é mantido em sigilo e você será informada do resultado da fiscalização.

  13. Elio Dias de Sousa Says:

    Acho um absurdo esta legislação que mudou a venda de pães por peso sem obrigar que o comerciante continue a vendê-lo no peso habitual de 50 g. Infelizmente, neste nosso querido país, a corda arrebenta sempre para o lado mais fraco, com a anuência dos políticos e órgãos competentes. O correto seria que o pão continuasse a ter que ser de 50 g e pago pelo que fosse menor o peso total ou a quantidade, se por exemplo, você pedisse 3 pães e eles pesassem no total 130 g, o consumidor deveria pagar daí sim o peso por quilo ,agora se o comerciante ganancioso errou e fez um paozão de 75 g, como a padaria perto de minha casa, ele que ficasse com o prejuízo. Desculpe-me, mas é simplesmente hilária a sugestão anterior deste site para que o consumidor vá diminuindo a qtde de pães comprados até chegar ao peso total dos pães que consumia habitualmente. Imagine a cena você com visita em sua casa e ter que tirar 25 g de um pão para juntar com o de outro até dar o 50 g para sua visita se alimentar – afinal se você tiver 8 pessoas e quiser oferecer 8 pães só conseguirá fazer com esta manobra, no mínimo ridícula.

    • Montini Says:

      Desculpe, Elio, se a sugestão lhe pareceu absurda. Nossa intenção é a de ajudar. A legislação que alterou a forma de comercialização dos pães é federal, de modo que vale para todo o território nacional e, infelizmente, não cabe a nós, aqui do IPEM-SP, questioná-la. Cabe-nos, isso sim, fazer o possível para que os regulamentos metrológicos e da qualidade sejam respeitados e o consumidor não seja prejudicado.

  14. Antonio J. Xavier Says:

    Na padaria onde adquiro meus pães a balança não está tarada e zerada. Ela parate de 8 gramas. Os balconistas alegam que 8 gramas é a tara do saquinho.
    Isto é correto?

    • Montini Says:

      Caro Antonio,
      Para que a alegação do balconista seja verdadeira, a balança precisa partir de “menos” 8 gramas. É fácil conferir. Basta pedir ao atendente que coloque um saquinho vazio sobre a balança. Se ela retornar ao zero é porque a tara está, de fato, descontando o peso do saquinho. Se ao invés de zerar, o mostrador da balança indicar um aumento de peso (14g, 15g, 16g, por exemplo), denuncie a padaria ao IPEM-SP (se você estiver no estado de São Paulo). O telefone é 0800-013.05.22. A ligação é gratuíta e nós enviaremos uma equipe de fiscalização ao local. Obrigado pela consulta.

  15. Jorge Luiz Says:

    Leitores, tenho notado a frequência, em algumas padarias que, o pão pesa até 80g. Não entendo muito sobre o assunto, porém, acredito que estão deixando a massa, interna, crua, para aumento do peso e, comoi consequência nosso estomago é quem sofre com esta atitude. Não há lei, em nosso pais, que proíba essa atitude imoral dos comerciantes. Quem paga a conta, final, é o governo pois, um estomago castigado e, com feridas, vai ser preciso de passar por um especialista e, pasmem, o Sistema de Saúde não suporta pressões.

    • Montini Says:

      Caro Jorge Luiz,
      Se algumas padarias estão deixando de assar adequadamente o pão francês para que este pese mais, isto é uma alteração na qualidade do produto e não na sua quantidade, uma vez que o pão francês é comercializado por quilograma. A metrologia legal não tem, nesse caso, meios para agir. Quando o comerciante ou fabricante compromete a qualidade do produto que oferece ao consumidor, este pode e deve reagir exigindo que a qualidade melhore ou evitando adquirir o produto daquele fornecedor.
      Obrigado pela consulta.

  16. Misael Soares Silva Says:

    A partir da portaria Inmetro n.°146 de 20 de junho de 2006, o que acontece é que não existe mais pão francês de 50 gramas; o normal é 60 gramas o que significa que o consumidor é obrigado a levar 20% a mais do que ele deseja.

    Desejo saber a quem reclamar dos abusos, pois já comprei pão francês com 81 gramas, ou seja 60% de acréscimo; comprei 5 e paguei 8.

    O pior, reclamar no balcão ou no SAC não tem resolvido.

    • Montini Says:

      Caro Misael.
      Se na padaria onde você compra os pãezinhos são maiores, controle a quantidade pelo peso registrado na balança. Por exemplo: Se você estava habituado a comprar oito pãezinhos de 50 gramas (total de 400g), pode reduzir a quantidade de pães até que atinjam mais ou menos 400 gamas, ou seja, sete pãezinhos de 60 gramas (420g) ou 5 de 80 gramas (400g). O importante é que você pague apenas por aquilo que leva.
      Obrigado pela consulta.

  17. joao maria de castro Says:

    Tenho sindrome do intestino irritável e desde que o pão passou a ser vendido por peso, tive os sintomas dessa doença aumentados sensivelmente. Alem da retirada da vesicula biliar e o uso de medicamentos(lexotan, dompiridona e lonium); tornei-me dependente do lexotan. Só recentemente liguei às coisas, ou seja, pão por peso, as padarias não assam bem os pães, óbvio pão seco PESA MENOS. Pão mal assado me fez muito mal. Fica o alerta, muita gente, assim como eu, devem estar tendo problemas digestivos.

    • Montini Says:

      Caro João,
      Não sei dizer se as padarias têm assado menos os pães. Se isso acontece, entretanto, não creio que seja devido à atual forma de comercialização que exige que os pães sejam pesados em presença do consumidor. Afinal, a forma anterior exigia que os pães fossem pré-medidos e tivessem, no caso do pãozinho, 50 gramas cada. Ou seja, a motivação para assá-los menos seria a mesma. De todo modo, talvez seja melhor recusar os pães mais “brancos”. Peça ao atendente que lhe dê apenas os pãezinhos mais assados. É fácil identificá-los pela cor mais intensa, tostada.
      Obrigado pela consulta.

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