Arquivo do Autor

Fiscalização de catalisadores para diminuição do aquecimento global

2 de junho de 2011

Uma das principais causas do aquecimento global, principalmente nos grandes centros urbanos, é a poluição causada pelo uso intensivo do automóvel. Esse é um problema bem conhecido dos paulistanos, mas pode ser minimizado com a adoção de algumas medidas simples. Uma delas é bem acessível aos proprietários dos veículos: comprar catalisadores que venham com o selo do Inmetro.

O catalisador é um dispositivo que é acoplado ao sistema de emissão de gases do veículo, vulgo escapamento, e serve para transformar o monóxido de carbono, os hidrocarbonetos e outros gases nocivos, em gases menos poluentes. Acontece que nem sempre esses catalisadores funcionavam direito. De agora em diante, porém, o Inmetro passou a controlar esses dispositivos e a certificação dos mesmos é obrigatória, conforme Portaria Inmetro nº 346/2008.

O selo deve estar estampado na peça e aposto na embalagem. Isso atesta que o catalisador foi submetido a ensaios de medição de emissão de gases de escapamento e está de acordo com as características de qualidade, aplicabilidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de controle ambiental.

Dia das mães – Eletrodomésticos

27 de abril de 2011

Compra inteligente -Fique atento à essa etiqueta:

Clique na imagem para ampliar

Eletrodomésticos devem apresentar a etiqueta do Inmetro informando sobre o consumo de energia. No caso das lavadoras e fogões, devem apresentar, também, informações sobre o consumo de água e gás, respectivamente. O consumidor precisa estar atento, pois o consumo de energia, água e gás também devem ser contabilizados no orçamento.

O consumo de energia é indicado por uma etiqueta, aposta de forma visível para o consumidor, onde uma escala colorida com letras de A a G apresentam os níveis de consumo. Uma sete preta com a letra correspondente ao consumo daquele aparelho informa o seu nível de eficiência energética. Assim é fácil saber, por exemplo, que um produto classificado com letra A é mais eficiente (gasta menos) que um com a letra C.

Dessa maneira, você pode avaliar melhor e comprar o eletrodoméstico que consome menos energia, tem menor impacto ambiental e gasto menor, pesando menos no bolso. Às vezes, um produto mais barato tem menor eficiência e pode sair mais caro, pois sua conta de luz será sempre maior.

O Inmetro define quais os produtos devem ostentar o selo de eficiência energética. O Ipem-SP é responsável por fiscalizar  a  presença dos selos nos produtos, quando estão expostos a venda . Por isso não compre eletrodoméstico sem antes verificar se ele tem o selo de eficiência energética. Clique aqui e veja quais produtos precisam apresentar o selo.

ATENÇÃO  Nenhum lojista pode tirar as etiquetas dos produtos antes da venda. Isto cabe somente ao consumidor. Para garantir esse direito do cidadão, os agentes fiscais do Ipem-SP visitam periodicamente as lojas que comercializam eletrodomésticos para verificar se estes contêm a etiqueta de eficiência energética.

Quando os fiscais encontram irregularidades, o estabelecimento é notificado e pode receber multa de até R$ 50 mil, dobrando em caso de reincidência.

Encontrou algum desses produtos no mercado sem o selo?

Ligue para nossa Ouvidoria: 0800-0130522 

Ipem ministra palestra em curso de Varejo para lojistas

25 de abril de 2011

 

Cerca de 40 lojistas dos shoppings Center Norte e Lar Center assistiram a palestra sobre normas do Ipem-SP voltadas aos setores moveleiro e têxtil, bem como sobre os direitos do consumidor nestes segmentos.

Ministrada pelo coordenador de comunicação, Pedro Montini, e pela responsável pela área de marketing, Lea Rensi, a palestra faz parte do módulo Consumo do curso de Varejo oferecido aos lojistas, que trata das tendências atuais de consumo, perfil do consumidor, legislação pertinente ao mercado varejista, entre outros tópicos.

O treinamento é oferecido gratuitamente aos lojistas, e todos os recursos utilizados para sua estruturação foram obtidos por meio de um projeto de venda de papelão para reciclagem mantido pelo Instituto Center Norte.

Páscoa – Atenção às quantidades de chocolate e pescado

11 de abril de 2011

Chocolates:

  • O ovo de chocolate deve apresentar, de forma clara, a indicação do peso líquido na sua embalagem. Esta indicação deve referir-se somente ao peso do produto, desconsiderando o valor da embalagem e dos brindes, se houver.

  • A numeração dos ovos serve apenas como referência. Ou seja, não se pode dizer que um produto com numeração maior pesa mais, pois cada marca adota uma escala diferenciada de tamanho.
  • Se os brindes no interior embalagem forem brinquedos, estes precisam apresentar o prazo de validade, registro nos órgãos competentes, a indicação da faixa etária e a marca de conformidade do Inmetro, que garante a qualidade do brinquedo e a segurança das crianças.

Pescados:

Peixe fresco em feira ou mercados:

Acompanhe a pesagem do produto, que deve ser realizada à sua vista, bem como o momento de embalar.

Caso você solicite que o o peixe seja embalado com gelo para que ele fique protegido e preservado durante o trajeto para sua casa, fique atento se o vendedor não o pesará depois de acrescentar o gelo! Você só DEVE pagar pelo peixe, não pelo gelo!

Peixe em conserva, pré-embalado e congelado:

Neste caso, o consumidor não tem como mensurar a quantidade exata devido a presença da embalagem. De qualquer maneira, uma dica para o consumidor é solicitar a conferência do peso do produto numa balança do próprio estabelecimento, levando em conta o peso líquido do pescado mais o peso adicional da embalagem.

Quando levar para casa um pescado com muito gelo, repare se ao prepará-lo, ele rende o mesmo tanto que você está habituado a consumir. Na dúvida, telefone para o Ipem-SP:

Para são Paulo 0800-0130522 – Outras localidades: (0xx11) 3581-2035 / 2019

Para não perder o ritmo…metrônomo

1 de novembro de 2010

Não sendo propriamente um instrumento musical, o metrônomo é aquele aparelho que faz tic-tac num ritmo predeterminado. Ele é muito útil para quem está compondo, ou tirando uma música a partir de uma partitura.

Breve história do metrônomo

Em 1581, Galileu descobriu que um pêndulo sempre balançava na mesma velocidade, não importando seu tamanho. Essa descoberta foi vital para a invenção do relógio de pêndulo, por volta de final do século XVII. O desafio era desenvolver um mecanismo que fizesse com que o pêndulo não parasse, mas continuasse sempre no mesmo ritmo. Era o princípio da marcação de tempo em intervalos iguais. Até então, as primeiras tentativas de metrônomo eram objetos que, à medida que perdiam o impulso, contavam mais devagar. (more…)

Massa X Peso

30 de julho de 2010

Qual a diferença entre massa e peso?

“Eureka! 7” é o nome de um vídeo que explica, de maneira divertida, a diferença entre peso e massa. Como massa e peso são conceitos corriqueiros no mundo da metrologia, legendamos o vídeo em português para exibi-lo aqui no Almanaque.

Eureka! É uma série de curtas animados humorísticos que ilustram os conceitos da física. Cada programa tem uma abordagem simples e direta, e os conceitos básicos são explicados por um personagem muito simpático. Assim, estudo da física fica mais fácil e acessível até mesmo para quem não tem nenhum conhecimento sobre o assunto.

Eureka! Era um seriado educativo canadense que foi produzido e exibido pela TV Ontário em 1980.  A série foi narrada por Billy Van e apresentou uma série de animação e de vinhetas que ensinava física para crianças.

A praça Vendôme: o palco da Revolução Métrica

20 de julho de 2010

Muitas pessoas sabem que a praça da Bastilha foi o palco a Revolução Francesa. Mas não é muito conhecida a relação existente entre a praça Vendôme – o imponente largo onde estão instalados os mais luxuosos joalheiros do mundo – e a luta popular. De fato, é nessa praça, onde existem algumas das mais ricas habitações de Paris, que estão os vestígios de uma revolução mais calma,  no entanto tão importante quanto a de 1789 : a Revolução do Sistema Métrico. (more…)

Tira da dupla Pesado e Medido – brinquedos

5 de julho de 2010

Moral da história: vuvuzelas, cornetas, apitos, jabulanis de brinquedo precisam ter o selo do Inmetro que atesta a qualidade desses produtos. Por isso, só adquira brinquedos com o selo de qualidade do Inmetro.

A medida dos paladares

24 de junho de 2010

O Livro “Dona Benta – Comer bem” (Companhia Editora nacional) tem um capítulo sobre como imprecisão na quantidade dos ingredientes de uma receita interfere no resultado do prato.  O título do capítulo é ” Peso e Medida”, e fornece muitas “dicas” sobre fazer para medir corretamente os ingredientes. Veja algumas:

Sempre que determinada receita pede medidas como xícaras e colheres, a tendência é pesarmos e medirmos os ingredientes empregando utensílios caseiros, pela facilidade de estarem à mão. É preciso, no entanto, levar em conta que o tamanho das xícaras e das colheres varia bastante. Conseqüentemente, não existe uma uniformidade. O correto é utilizar medidores padronizados, que são facilmente encontrados em lojas de artigos para culinária.

Meça os líquidos sempre ao nível dos olhos, usando uma jarra de vidro graduada.

Antes de medir farinha, peneire-a sobre um pedaço de papel alumínio ou impermeável, para que ela fique bem fina e leve. Nunca a coloque diretamente dentro das medidas. E quando a receita incluir pequenas quantidades de ingredientes em pó (sal, pimenta, canela etc.), peneire todos eles com a farinha de trigo, para que fiquem perfeitamente distribuídos.

Ao medir ingredientes secos em xícaras ou colheres, nunca os aperte, salvo se isso for solicitado na receita, ou no caso do açúcar mascavo, que deve ser compactado à medida. Coloque os ingredientes nas medidas despejando-os delicadamente. Retire o excesso com as costas da lâmina de uma faca, para que os ingredientes fiquem no nível correto.

Se a receita pede uma colher cheia (de sopa ou de chá), ponha duas rasas. E nunca use colheres de seu faqueiro, utilize sempre as colheres-medida.

Não meça condimentos sobre a tigela, pois eles podem derramar.

Lave e seque os medidores a cada vez que os usar.

Veja algumas equivalências abaixo:

  • 1 xícara (chá) rasa de açúcar equivale a 120g.
  • 1 xícara (chá) de manteiga ou margarina equivale a 200g.
  • ¼ de xícara (chá) de líquido equivale a 4 colheres (sopa).
  • 1/3 de xícara (chá) de líquido equivale a 6 colheres (sopa).
  • ½ xícara (chá) de líquido equivale a 10 colheres (sopa).
  • 2/3 de xícara (chá) de líquido equivale a 12 colheres (sopa).
  • ¾ de xícara (chá) de líquido equivale a 14 colheres (sopa).
  • 1 colher (sopa) equivale a 15ml.
  • 1 colher (chá) equivale a 5ml.
  • 1 colher (sopa) de líquido equivale a 3 colheres (chá).
  • 1 cálice equivale a 9 colheres (sopa) de líquido.
  • 1 pitada é o tanto que se pode segurar entre as pontas de dois dedos ou ½ colher (chá).

 

Fonte: Livro Dona Benta Comer Bem  (Editora Nacional)

Anedota com medida portuguesa

4 de junho de 2010

O alqueire designava, originalmente, uma das bolsas ou cestas que se punha sobre o animal de carga, pendente para ambos os lados do seu dorso. Já no século XV deu-se o nome de alqueire ao recipiente usado para medir o volume de mercadorias secas, geralmente grãos. O hábito de avaliar o tamanho das terras agricultáveis pelo volume de grãos que elas produziam fez com que o alqueire passasse a ser empregado como unidade de área em propriedades rurais, como o alqueire Paulistas, o Mineiro etc.

Atualmente usa-se o hectare, unidade de área admitida temporariamente pelo SI que equivale a 10.000 m², ou o metro quadrado e seus múltiplos. Mas… E a anedota? Confira:

Estavam dois agricultores, um Americano e um Alentejano a compararem o tamanho de suas propriedades:

 – Qual é o tamanho de suas terras? – Pergunta o Americano.
 – Para os padrões portugueses a minha terra tem um tamanho razoável, vinte alqueires, e a sua?
– Olha, eu saio de casa de manhã, ligo o meu jeep e ao meio-dia ainda não percorri a metade da minha propriedade. – Gabou-se o Americano.
 – Pois é, – responde o Alentejano – já tive um carro desses. Esses Jipes americanos só dão problema e não andam nada…