Archive for the ‘AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE’ Category

O Indispensável Capacete de Moto

14 de maio de 2020

capacetemoto

Hoje em dia tem sido cada vez maior a procura pelos serviços de “delivery” (ou entregas a domicílio, em bom português), e essas entregas costumam ser feitas por motociclistas. Com o aumento da procura, aumenta também a oferta e o número de motos nas ruas, com o consequente aumento do número de acidentes.

Como todo mundo sabe, o capacete é um item de proteção fundamental para condutores e passageiros de motocicletas, motonetas e similares. O capacete é concebido para minimizar os efeitos causados por um impacto contra a cabeça do usuário, ou seja, ele absorve parte do choque decorrente de um acidente, e muitas vezes salva a vida do piloto e do carona.

Justamente por ser tão importante, o capacete é sujeito à certificação de conformidade obrigatória do Inmetro (Portaria Inmetro 456/2010). Isso significa que só podem ser fabricados, importados e comercializados no Brasil os capacetes cujos modelos tiverem sido aprovados nos ensaios e testes definidos pela Norma NBR 7471/2001. Quem inspeciona os capacetes são os organismos de certificação credenciados pelo Inmetro no Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC.

São quatro os tipos regulamentados: Capacete integral (fechado); misto (queixeira removível); modular (frente móvel) e aberto sem queixeira. Eles devem exibir o selo com os logotipos do Inmetro e do OCP  (Organismo de Certificação do Produto). Seja qual for o tipo da sua preferência, o importante é que seja aprovado pelo Inmetro. Por isso, antes de comprar, é fundamental observar  a existência do selo do Inmetro tanto na parte posterior como na parte interna do capacete.

capaceteTodo capacete aprovado deve trazer a informação do modelo certificado e uma etiqueta de marcação interna as seguintes informações:

Nome do fabricante/importador, com referência de endereço ou telefone.
Mês e ano da fabricação.
Tamanho do capacete, em centímetros.
Número e ano da norma técnica.
Logotipo do Inmetro, OCP e número do registro.
Os dizeres: Este capacete foi fabricado para absorver parte da energia de um impacto pela destruição parcial ou total de seus componentes. Este capacete deve ser substituído após qualquer choque grave, mesmo que não haja danos visíveis. Este produto é um bem durável.

Isso quer dizer que o capacete não tem data de validade!! Alguns fabricantes recomendam que o capacete seja substituído a cada três ou cinco anos, mesmo que não tenha sofrido nenhum choque, pois alegam que a sua estrutura interna sofre deformação e desgaste com o tempo, porém esses prazos são mera sugestão. Contudo, se o seu capacete é antigo, tem muito uso e está muito”judiado”, talvez seja bom substitui-lo.

O capacete coquinho e similares são proibidos!

Fique atento! Existem no mercado, principalmente na Internet, uma grande oferta de capacetes de modelos fantasia, a maioria importados, que são muito atraentes. Porém, se o modelo não for aprovado pelo Inmetro, não pode ser utilizado! A resolução Denatran 453/2013 proíbe o seu uso e você poderá ser multado pelas autoridades de trânsito! Na dúvida, consulte na página de busca do Inmetro o modelo de capacete que você pretende comprar, para ver se é ou não aprovado.

Máscaras contra a Covid-19

7 de maio de 2020

Os decretos nº 64.959/05/2020 e nº 64.956/04/202 do Governo do Estado de São Paulo determinam o uso obrigatório de máscaras faciais como recurso na prevenção ao Covid-19 (coronavírus). São três os três tipos de máscaras que podem ser utilizadas:

Máscaras cirúrgicas PFF2 (N95). Foto: divulgação

As máscaras cirúrgicas, destinadas ao uso médico-odonto-hospitalar e classificadas como PFF2 (N95), devem atender à norma NBR ABNT 15052. Sua fabricação e importação dependem de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Máscara profissional PFF3.  Foto: divulgação

As máscaras conhecidas como peças semifaciais filtrantes, ou respiradores, são utilizadas profissionalmente como Equipamentos de Proteção Individual (EPI), e são regulamentadas. Devem atender à portaria Inmetro 561/2014 e à norma ABNT NBR 13698. Por serem regulamentadas pelo Inmetro, estão sujeitas à fiscalização realizada pelo Ipem-SP. É recomendável que o seu uso tenha orientação de um profissional em segurança do trabalho.

Máscara de uso não profissional. Foto: divulgação

As máscaras de uso não profissional, normalmente fabricadas por confecções ou artesanalmente, não são consideradas EPI, porém podem ser utilizadas pela população no transporte público e em locais públicos. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou o documento Prática Recomendada ABNT PR 1002:2020, que traz informações sobre a sua confecção, uso, higienização etc.

Post baseado em matéria produzida pelo Departamento de Metrologia e Qualidade do Ipem-SP.

O que é Avaliação Compulsória da Conformidade?

1 de abril de 2020

Marcas de certificação do Inmetro. Observe que os selos dos produtos sujeitos à avaliação compulsória da conformidade trazem a palavra “compulsório”. Esses selos sempre exibem o logotipo do Inmetro e do Organismo de Certificação de Produto (OCP).

Para entender melhor o conceito de Avaliação Compulsória da Conformidade vamos ver como funciona o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade –  SBAC.

O SBAC foi criado pelo Conmetro – Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial como um subsistema do Sinmetro – Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial para desenvolver e coordenar as atividades de avaliação da conformidade.

É o Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade – CBAC, constituído por representantes das partes interessadas nos diferentes mecanismos da avaliação da conformidade, quem assessora e subsidia o Conmetro nos assuntos relativos à avaliação da conformidade. O CBAC propõe e submete ao Conmetro as políticas de acreditação de organismos e laboratórios, e as estratégias e diretrizes compreendidas no Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade – PBAC.

O Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade – PBAC, por sua vez, é um documento plurianual, de caráter estratégico, que contém as principais diretrizes para o desenvolvimento da Avaliação da Conformidade.

A Avaliação da Conformidade, conforme definida pelo Inmetro, é o “processo sistematizado, com regras pré-definidas, devidamente acompanhado e avaliado, de forma a propiciar adequado grau de confiança de que um produto, processo ou serviço, ou ainda um profissional, atende a requisitos preestabelecidos em normas ou regulamentos”.

Compete ao Inmetro, entre outras coisas, ocupar a Secretaria Executiva do CBAC e exercer a função de organismo de acreditação do SBAC. Ou seja, é o Inmetro quem estabelece e documenta os critérios para a acreditação dos organismos de Avaliação da Conformidade no âmbito do SBAC, gerencia a concessão e uso de marcas de avaliação da conformidade e coordena a implantação de programas de avaliação da conformidade no âmbito do Sistema.

Dentre os muitos programas de avaliação da conformidade implementados pelo Inmetro, existe uma categoria especial: são os programas de avaliação da conformidade de produtos de caráter compulsório, ou seja, produtos que devem, obrigatoriamente, ser fabricados de acordo com as normas e os regulamentos técnicos aprovados pelo Inmetro. Hoje são mais de 150 categorias de produtos sujeitos à avaliação compulsória da conformidade com regulamentação aprovada.

Além disso, o Inmetro também coordena o Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE, que fornece informações sobre o desempenho dos produtos quanto à sua eficiência energética, ruído e outros critérios que podem influenciar a escolha dos consumidores. Os produtos incluídos no PBE devem exibir, obrigatoriamente, as etiquetas contendo essas informações.

É o Inmetro, enquanto Organismo de Acreditação do SBAC, quem acredita Organismos de Avaliação da Conformidade. Um Organismo de Certificação de Produto, por exemplo, é um organismo de avaliação da conformidade acreditado pelo Inmetro para acompanhar e auditar o processo produtivo de empresas que fabricam produtos sujeitos à avaliação compulsória da conformidade.

Para uma visão ampla e detalhada do tema acesse o livreto do Inmetro sobre a Avaliação da Conformidade.

Coronavírus motiva procedimento alternativo para Avaliação da Conformidade

18 de março de 2020

Photo by CDC/Pentagon website/USA

Por causa da pandemia de coronavírus o Inmetro adotou procedimento alternativo para a avaliação da conformidade de produtos fabricados por fornecedores localizados em países afetados pela COVID-19.

Pelos próximos seis meses os Organismos de Certificação de Produtos (OCPs) farão uma análise de risco baseada nos registros das últimas auditorias internas, após a qual o OCP poderá tomar a decisão de adiar a auditoria de manutenção ou de recertificação. O adiamento não impedirá a emissão do documento de confirmação da certificação.

A medida visa evitar o deslocamento dos avaliadores e o consequente risco de contaminação pelo coronavírus.

Caso haja adiamento a auditoria deverá, necessariamente, ser realizada num prazo máximo de seis meses.

Os ensaios deverão ser realizados pelo fabricante em laboratórios de 1ª ou 3ª parte acreditados no Brasil ou no exterior.

Essas condições extraordinárias foram estabelecidas na Portaria Inmetro nº 79/2020.

CARNAVAL 2020!

17 de fevereiro de 2020

Todo ano, pouco antes do Carnaval, costumamos chamar a atenção para os produtos típicos desse período de folia. Este ano, além das dicas de sempre, vamos falar um pouco mais sobre essa festa e explicar como se define o dia e o mês em que ela ocorre.

Mas, primeiro, vamos às dicas:

Fantasias são produtos têxteis sujeitos à fiscalização do Ipem-SP. Na hora de comprar a fantasia, veja a “composição têxtil” informada na etiqueta.  Essa informação é importante porque algumas pessoas são alérgicas a determinadas fibras. A etiqueta também exibe informações sobre o fabricante ou importador, o país de origem, os cuidados para a conservação do produto e uma indicação de tamanho.

Brinquedos! No carnaval muita gente usa brinquedo, até as crianças. Ao comprar brinquedos típicos de carnaval procure o selo de certificação (selo de conformidade do Inmetro) e observe a faixa etária indicada na embalagem do produto. As máscaras infantis (menos as descartáveis, de papelão) e os adereços que acompanham as fantasias das crianças (tiaras, martelinhos, espadinhas etc.) são considerados brinquedos e precisam ser certificados. Lembre-se: brinquedo sem o selo do Inmetro põe em risco a saúde da criança.

Preservativos: O preservativo de uso masculino, a conhecida camisinha, deve ter o símbolo do Inmetro na embalagem. Veja também o prazo de validade e não compre se a embalagem estiver danificada. O Ipem-SP fiscaliza e retira de comercialização as camisinhas irregulares.

Bafômetro: As leis brasileiras são bastante rígidas com aqueles que dirigem alcoolizados, e quem quiser correr o risco pode ser pego pelo bafômetro…. E não vai adiantar comer cebola, chupar bala de hortelã, mascar chiclete, tomar vinagre ou qualquer outra “receita caseira”, pois os bafômetros usados pela polícia são verificados pelo Ipem-SP e nunca se enganam. Então, se beber, não dirija!

Táxi:  Resolveu ir para a folia de táxi? Sábia decisão! O Ipem-SP verifica periodicamente os taxímetros para que estes registrem corretamente o valor da corrida.

Como é definido em que dia “cai” a Terça-feira de Carnaval

O Carnaval é uma festa móvel ligada ao calendário litúrgico católico. O nome Carnaval tem origem provável na expressão italiana carne levare (suprimir a carne), ou mesmo do latim tardio carne vale (despedir-se da carne). Acontece que imediatamente após o carnaval inicia-se o período da Quaresma, que é uma preparação para a Páscoa. Durante a Quaresma, que começa na Quarta-feira de Cinzas, os fiéis não podem comer carne. Daí a expressão “Terça-feira Gorda”, último dia antes da Quaresma em que a carne é permitida.

Arlequim, Colombina e Pierrot são personagens da Commedia dell’Arte, estilo teatral nascido na Itália do século dezesseis, e que durante muitos anos inspirou as fantasias e as marchinhas de carnaval.

Segundo a liturgia católica, o Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Por ter a sua origem ligada ao calendário lunossolar judeu (baseado nos movimentos do Sol e da Lua) a Páscoa ocorre no primeiro domingo depois da primeira lua cheia que surgir após o dia do primeiro equinócio do ano (primavera no hemisfério norte e outono no hemisfério sul). Complicado? Nem tanto, veja:

  • Data em que ocorre o primeiro equinócio de 2020: 20 de março.
  • Primeira Lua Cheia depois do equinócio: 7 de abril, terça-feira.
  • Primeiro domingo depois desse dia: 12 de abril, Páscoa.
  • 47 dias antes da Páscoa: 12 dias de abril + 31 dias de março + 4 dias de fevereiro (que este ano tem 29 dias por ser bissexto).
  • Resultado: 25 de fevereiro, Terça-feira de Carnaval.

Sim, é muito mais fácil olhar no calendário. Mas afinal, este é um blog sobre metrologia, e contagem de tempo é medição…

É bom lembrar que o carnaval não é feriado nacional. Aqui em São Paulo, por exemplo, o carnaval é ponto facultativo. Contudo, as repartições públicas, os bancos e a maioria das empresas costumam liberar seus empregados, de modo que para muitos paulistas a folia começa no sábado e só termina na quarta-feira.

No caso de dúvidas, sugestões ou reclamações, fale com a Ouvidoria do Ipem-SP. O telefone é o 0800 013 05 22 e a ligação é gratuita.

Boa diversão!

Fios e cabos elétricos

10 de fevereiro de 2020

foto: divulgação. Clique para ampliar

Fios, cabos e cordões flexíveis condutores de energia elétrica devem ser fabricados e comercializados de acordo com os requisitos dos Regulamentos Técnicos da Qualidade aprovados pelas Portaria Inmetro nº 640/2012 e Portaria Inmetro 589/2012.

Esses produtos estão obrigatoriamente sujeitos à avaliação da conformidade e precisam ser certificados por um Organismo de Certificação de Produto acreditado pelo Inmetro, e também estarem devidamente registrados no Inmetro. O Registro Ativo do produto junto ao Inmetro indica que o produto foi previamente analisado em laboratório e atende às condições mínimas para evitar incêndio e choques elétricos.

Os fios, cabos e cordões flexíveis comercializados devem possuir em sua embalagem, em etiqueta firmemente fixada, o Selo de Segurança do Inmetro com número de Registro Ativo. Antes de comprar, verifique a existência do Selo de Segurança e consulte o site do Inmetro para verificar se o Registro se encontra ativo: http://registro.inmetro.gov.br/consulta/

O Ipem-SP fiscaliza regularmente esses produtos no mercado, inclusive realizando o ensaio de resistência elétrica.

O ensaio de resistência elétrica é um dos principais parâmetros de qualidade dos cabos elétricos. Cada seção nominal (bitola) impressa na embalagem do produto corresponde a uma resistência elétrica especificada, em normas, para produção. Portanto, com esse parâmetro, é possível avaliar se a quantidade e qualidade do cobre ou alumínio utilizado foi adequada para a seção nominal (bitola) especificada na embalagem. Quanto maior a resistência elétrica encontrada, pior a qualidade do produto.

Quando um cabo elétrico possui em sua embalagem uma declaração do valor de seção nominal (bitola), mas na realidade esse valor é menor, induz o consumidor a comprar um produto que vai ser inadequado para a utilização pretendida. Um cabo elétrico mais fino do que o necessário terá maior resistência à passagem da corrente elétrica. Assim, quando vários aparelhos forem ligados à rede ao mesmo tempo ficarão submetidos a uma voltagem inferior àquela para a qual foram projetados, provocando mau funcionamento desses aparelhos e contribuindo para o superaquecimento da fiação elétrica, podendo, inclusive, levar a um incêndio.

 Dicas:

A norma NBR 5410 estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão.

Os fios são condutores elétricos formados por um único fio espesso e rígido. Os cabos são formados por diversos filamentos finos, o que os torna flexíveis. Os cordões são os cabos utilizados para conectar os aparelhos elétricos à tomada.

A bitola dos fios (secção nominal/espessura) é a área da sua secção transversal, e é dada em milímetros quadrados. A escolha da bitola depende da corrente elétrica (amperes) que o condutor deve transportar sem aquecer. Por exemplo, um condutor de 4 mm² precisa suportar uma corrente elétrica de até 28 A sem aquecer.

Fios e cabos podem ser fabricados em cobre ou alumínio. Nas instalações residenciais os fios de alumínio só podem ser usados em condutores neutros ou de proteção (fio terra), enquanto os condutores para fase só podem ser de cobre.

As cores dos revestimentos dos fios e cabos, conforme recomenda a NBR 5410, são: verde, ou verde com amarelo, para condutores de proteção (fio terra); azul claro para condutores neutros com isolação (não energizado); vermelho, preto ou marrom

Importante: Mexer com eletricidade não é para amadores. Consulte sempre um profissional eletricista.

Pneus novos – o que observar

3 de fevereiro de 2020

Imagem: ANIP – Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos

Sim, pneus também devem ser fabricados segundo as normas técnicas aprovadas pelo Inmetro. Os pneus novos precisam cumprir os “Requisitos de Avaliação da Conformidade para Pneus Novos” anexo à Portaria Inmetro n° 544 de 25/10/2012.  A certificação para pneus novos é obrigatória e deve ser realizada por um Organismo de Certificação de Produto – OCP acreditado pelo Inmetro.

Organismos de Certificação de Produto são instituições técnicas reconhecidas pelo Inmetro e capacitadas para proceder aos ensaios previstos para esse produto. Uma vez constatado que o produto  está de acordo (conforme) com as exigências da portaria e das normas técnicas, recebe uma marca de conformidade. No caso dos pneus novos, além do Selo de Identificação da Conformidade colocado durante a vulcanização do pneu, este também deve ser acompanhado pela Etiqueta de  Nacional de Conservação de Energia – ENCE, que traz informações importantes ao consumidor.

clique na imagem para ampliar

Antes de comprar verifique o Selo de Identificação da Conformidade (logotipo do Inmetro e número de registro) gravado no pneu, e a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia.

Veja também o post sobre pneus reformados. Clique aqui.

 

Boas festas? Boas, sim, mas dão um trabalho…

9 de dezembro de 2019

Não há como evitar. Nesta época de festas de fim de ano o corre-corre aumenta e a gente se desdobra para dar conta de tudo. Sem querer aumentar ainda mais as suas preocupações, lembramos que na hora das compras é preciso ficar atento a muita coisa.

Brinquedos: Atenção à faixa etária recomendada e ao símbolo do Inmetro. Comprar brinquedo sem nota fiscal, sem conhecer a origem do produto e sem o símbolo do Inmetro coloca em risco a saúde e a segurança da criança que o recebe.

Roupas:  Fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém uma série de informações importantes sobre o tipo de composição do tecido (fibras têxteis), tamanho, dados do fabricante e cuidados para conservação e limpeza. A etiqueta têxtil é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, colchões, travesseiros, linhas etc. Assim como faz com os brinquedos e muitos outros produtos, o Ipem-SP fiscaliza regularmente os produtos têxteis.

Produtos para a ceia: Panetone, castanhas, nozes, pernil, peru e mais uma grande variedade de produtos são consumidos nesta época. Então, fique atento à pesagem dos produtos e confira se a balança tem o selo de verificação do Inmetro. Produtos pesados na sua presença devem ter a embalagem (bandeja, prato, caixa) descontados. Os produtos que já estão embalados devem trazer a indicação da quantidade na embalagem.

Eletrodomésticos:  Observe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia – ENCE. Todos os eletrodomésticos trazem a etiqueta do Inmetro que informa sobre o consumo de energia. As lavadoras e fogões devem informar, além disso, o consumo de água e gás, respectivamente. O consumo de energia é indicado por uma escala colorida com letras de A a G, que apresentam os níveis de consumo do aparelho. Uma seta preta com a letra correspondente ao consumo daquele aparelho informa o seu nível de eficiência energética. Um produto classificado com letra A, por exemplo, é mais eficiente (gasta menos) do que um com a letra C.

E também você, que está do outro lado do balcão, fique atento a essas recomendações para não ter problemas com a fiscalização do Ipem-SP. Boas compras, bons negócios e boas festas!

 

“O IPEM-SP NUMA CASCA DE NOZ” – nova publicação anual do Ipem-SP

1 de agosto de 2019

clique na imagem para acessar a revista

“O Ipem-SP numa casca de noz” é a nova publicação do Ipem-SP. De periodicidade anual, a revista apresenta a estrutura do instituto e expõe, de maneira sintética, as atividades desenvolvidas pelo Ipem-SP na verificação e fiscalização de instrumentos de medição sujeitos à metrologia legal, na fiscalização de produtos e serviços submetidos à avaliação compulsória da conformidade, nos seus laboratórios metrológicos e na avaliação e certificação de produtos e serviços.

A publicação de 52 páginas deverá ser veiculada apenas em mídia digital e ficará hospedada no site oficial da autarquia. A cada ano, por volta da data de aniversário do Ipem-SP (24 de abril), uma versão atualizada da revista substituirá a anterior, de modo a proporcionar aos leitores um panorama sempre atual do instituto “em uma casca de noz”.

 

12 de junho é Dia dos Namorados

7 de junho de 2019

 

Dia dos namorados é dia de trocar presentes!

Se você resolveu dar roupa, fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém uma série de informações importantes sobre o tipo de composição do tecido, tamanho, dados do fabricante e cuidados para limpeza. A presença da etiqueta têxtil é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, colchões, travesseiros, linhas e mais um grande variedade de produtos! Equipes de fiscalização  do Ipem-SP visitam as lojas e retiram de comercialização os produtos que estiverem irregulares ou que não apresentarem a etiqueta têxtil. Aliás, lembre-se de que a lã e a seda são fibras naturais. Não existem lãs e sedas sintéticas.

E se você for dar chocolate observe que as embalagens do produto, como as caixas de bombom, por exemplo, informam o peso líquido do chocolate contido na embalagem.  O Ipem-SP fiscaliza os chocolates para que o seu presente esteja com o peso certo.

 

Lembre-se de que o uso do preservativo (camisinha) pode evitar gravidez indesejada, além  de proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis! Antes de comprar, preste atenção na embalagem. Ela deve estar intacta, dentro do prazo de validade e precisa ter o símbolo do Inmetro. O Ipem-SP fiscaliza regularmente os preservativos e retira de comercialização os que estiverem irregulares.