Archive for the ‘Avaliação de conformidade’ Category

Metrologia em Revista, a revista do IPEM-SP

2 de maio de 2017

clique na imagem para acessar a revista

O lançamento da publicação digital “Metrologia em Revista” faz parte das comemorações do 50º aniversário do IPEM-SP. De cunho técnico-científico, a revista com periodicidade trimestral pretende abordar temas voltados à metrologia e à avaliação da conformidade de maneira mais aprofundada. Embora dirigida a um público formado principalmente por estudantes, técnicos, especialistas e profissionais da área, a revista adota, sempre que possível, uma linguagem informal e livre de tecnicismos para tornar as matérias acessíveis a um maior número de leitores. Confira!

12 de outubro – Dia das Crianças!

6 de outubro de 2016

 

objetos-para-criancaEmbora tenha sido criado, aqui no Brasil, em 1924, o Dia da Criança só pegou mesmo em 1960. Na época foi apenas uma estratégia mercadológica para alavancar as vendas de brinquedos e produtos para bebês. Hoje, entretanto, a data se tornou um marco! Ela nos lembra que as crianças são frágeis, que estão sujeitas a múltiplas ameaças e que precisam ser protegidas!

O IPEM-SP faz a sua parte na medida em que fiscaliza os produtos sujeitos à avaliação compulsória da conformidade utilizados por crianças: Artigos escolares; Berços; Bicicletas infantis; Brinquedos; Cadeiras para alimentação (cadeirões); Carrinhos para bebê; Chupetas; Dispositivos de retenção (cadeirinhas para automóvel); Mamadeiras e bicos.  Todos esses produtos devem ser fabricados, obrigatoriamente, de acordo com as normas técnicas aprovadas pelo Inmetro, e devem exibir o Selo do Inmetro. Veja alguns exemplos de selo abaixo:

selos-seguranca-inmetroNo caso dos brinquedos, além do selo de segurança observe também a faixa etária indicada na embalagem. Lembre-se: Retirar o brinquedo da embalagem, ler as instruções e fazer a montagem é tarefa para adultos. Ah! Nunca compre no comércio informal e sempre exija a nota fiscal.

Fiscalizar é fundamental!

21 de julho de 2015

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O IPEM-SP fiscaliza a quantidade e a qualidade de inúmeros produtos e serviços adquiridos pelo cidadão!  Veja como funciona:

Os especialistas e técnicos do IPEM-SP agem em nome do Inmetro.  Eles fiscalizam o desempenho de todos os instrumentos de medir  (balanças, bombas de combustível, taxímetros, termômetros clínicos, tacógrafos, radares e muitos outros) usados nas transações de compra e venda ou na prestação de serviços, em todo o Estado de São Paulo! Os fiscais verificam se esses instrumentos  estão medindo corretamente, para que o consumidor não seja prejudicado.

Os produtos embalados e pré-medidos como arroz, feijão, açúcar, óleo, leite, detergente, desodorante, papel higiênico e mais uma infinidade de produtos cuja quantidade é determinada pelo fabricante sem que o consumidor acompanhe a medição, também são fiscalizados diariamente pelo IPEM-SP, para que o consumidor leve para casa exatamente a quantidade de produto que comprou.

Além disso, o IPEM-SP fiscaliza o selo de conformidade dos produtos sujeitos à Avaliação da Conformidade, como brinquedos, mamadeiras, carrinhos de bebê, preservativos, material elétrico, extintores de incêndio e muitos outros produtos que possam causar dano ao consumidor e ao meio ambiente, caso não sejam fabricados da maneira correta.

Ou seja, a atuação do IPEM-SP é fundamental para a sociedade, tanto na proteção dos interesses do consumidor, como na preservação do meio ambiente e na manutenção da leal concorrência entre produtores, comerciantes e prestadores de serviço. Afinal, de nada adianta termos boas leis se não tivermos instituições fortes e atuantes que fiscalizem o cumprimento e a aplicação dessas leis.

 

 

 

Fósforos.

25 de fevereiro de 2015

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Os palitos eram muito curtos, rachados ou quebrados… As caixas, mal fechadas, tinham lixas de acendimento que não duravam nada… Os fósforos soltavam fagulhas, queimavam muito rápido, tinham as cabeças coladas umas às outras… Enfim, os problemas não eram poucos e nem eram desprezíveis.  Muita gente se feriu por conta da má qualidade dos fósforos ditos “de segurança”.

Por tudo isso os fósforos de segurança foram incluídos no programa de avaliação da conformidade do Inmetro. A partir da edição da Portaria Inmetro 624/2012 os fabricantes passaram a seguir critérios técnicos obrigatórios para que os fósforos deixassem de causar acidentes. Hoje, além de cumprir as normas de fabricação que tornam o produto seguro, os fabricantes devem apresentar, na embalagem, uma série de informações ao consumidor. Veja:

  1. Nome e marca do produto;
  2. Quantidade de palitos contidos na caixa;
  3. Composição do produto;
  4. Razão social e CNPJ do fabricante, importador ou distribuidor;
  5. País de origem ;
  6. Lote ou data de fabricação;
  7. Validade: “Produto não perecível”;
  8. Telefone do SAC e e-mail ou endereço do fabricante, importador ou distribuidor.

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Os alertas “Mantenha longe de crianças, do calor e umidade” e “Não riscar na direção do corpo e nem com a caixa aberta” também devem ser obrigatoriamente exibidos na embalagem. Essa última expressão deve ser complementada por um desenho mostrando em que sentido a riscagem deve ser feita, semelhante à ilustração acima.

Nem todos os fósforos são certificados. Apenas os fósforos cujas hastes são feitas de madeira (palitos), e que só acendem se friccionados numa lixa especial na parte exterior da caixa é que estão sujeitos à avaliação da conformidade. Ao comprar fósforos de segurança, observe a presença do “Selo de Identificação da Conformidade” do Inmetro.

O IPEM-SP na construção civil.

13 de fevereiro de 2015

 

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No universo da construção, engenharia e arquitetura, o IPEM-SP atua na fiscalização das dimensões de materiais de construção como tijolos, canaletas e blocos cerâmicos, elementos vazados, entre outros. Fiscaliza, ainda, a quantidade dos materiais pré-medidos como sacos de cal, argamassa, cimento, pregos, tintas, fios etc.

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Acidente de Consumo e as baterias tipo botão.

18 de junho de 2014

 

No vídeo acima, produzido pelo Inmetro, o acidente de consumo é explicado de maneira muito criativa. Não deixe de ver. E por falar em acidente de consumo, o Inmetro e a ONG Criança Segura estão fazendo um alerta nacional sobre o risco provocado pela ingestão ou aspiração acidentais de baterias do tipo botão por crianças. A divulgação faz parte de uma campanha internacional de conscientização que se estenderá ate 20 de junho.

As baterias tipo botão.

Quando usadas em brinquedos, os compartimentos onde ficam essas baterias são projetados para impedir o acesso da criança. Em outros produtos, entretanto, isso não acontece, como é o caso de controles remotos, chaves de carro, pequenos objetos eletrônicos (calculadoras, relógios, cartões, MP3,  lanternas) e até tênis e roupas com pisca-pisca. Nesses produtos os compartimentos onde ficam as baterias são fáceis de abrir.

bateria-botao

Muitos pais ainda não se deram conta do perigo que essas baterias representam, ainda mais porque, quando ingeridas ou aspiradas,  os sintomas que a criança apresenta podem ser confundidos com doenças comuns como resfriados, viroses ou alergias. As consequências são danosas e podem ser fatais!

Por isso o Conselho Internacional de Segurança de Produtos de Consumo lançou a Semana Internacional de Conscientização para reduzir lesões e mortes de crianças por ingestão da “bateria botão”. Integram a ação, além do Brasil, a União Européia, Estados Unidos, Canadá, Letônia, México, Peru, Colômbia, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia.

Dicas de segurança:

– Mantenha equipamentos com baterias tipo botão fora do alcance das crianças.
– Se a criança engolir a bateria, procure imediatamente atendimento médico de emergência. Não deixe a criança comer ou beber e não provoque vômito.
– Os sintomas podem ser parecidos com os de outras doenças como tosse, desconforto e salivação intensa. O diagnóstico é difícil. Por isso, o melhor é prevenir.
– Relate o caso no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo:
Site do INMETRO:
http://www.inmetro.gov.br/acidenteconsumo
Site do IPEM-SP:
http://www.ipem.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1202&Itemid=459

Seringas e agulhas de injeção

19 de agosto de 2013

seringa e agulhaDesde o dia primeiro de julho deste ano de 2013 as agulhas e seringas hipodérmicas só podem ser fabricados em conformidade com os requisitos das Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs) nº 3, nº 4 e nº 5 da Anvisa e das Portarias Inmetro nº 501, 502 e 503/2011. Os produtos fabricados antes dessa data podem ser comercializados e utilizados até a sua data de validade, mesmo que não tenham o selo de identificação da conformidade.

O objetivo das certificações é proteger a saúde e segurança do consumidor. Caberá à Anvisa fiscalizar se os produtos trazem o selo do Instituto.

O Inmetro analisou, em fevereiro de 2010, 13 marcas de seringas e agulhas usadas para injetar medicamentos. Os principais problemas encontrados nessas agulhas estavam relacionados à possibilidade de ferimentos, de contaminação e desperdício de medicamentos, além do fato de a agulha não possuir resistência à corrosão na cânula (tubo de aço). No caso das seringas, o produto deve ser fabricado sob condições que garantam a ausência de contaminantes.

Fabricantes, importadores e comerciantes que apresentarem produtos não conformes estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei.

(texto adaptado do site do Inmetro) 

Tira da dupla Pesado e Medido: Dia das Mães.

30 de abril de 2013

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Moral da história: Presente no dia das mães é sagrado, e a maioria das pessoas prefere dar roupa. Se essa também for a sua opção, não deixe de olhar a etiqueta têxtil antes de comprar. Nela estão informações importantes como os dados do fabricante ou importador, o tamanho, as recomendações de conservação e, é claro, a composição têxtil do produto. Tecidos feitos com fibras naturais como a lã e a seda costumam ser muito mais caros do que as fibras sintéticas que as imitam, como por exemplo a fibra acrílica (que imita a lã) e a viscose (que imita a seda). Produtos de fibra acrílica e de viscose também são muito bons, mas custam bem mais barato do que aqueles feitos com as fibras naturais…

Isqueiros

27 de março de 2013

existe uma maneira mais inteligente de se prevenir contra acidentes envolvendo isqueiros

No passado o isqueiro era uma parafernália composta por aço, pederneira e mecha, um aparato bem complicado de usar. Hoje, o moderno isqueiro a gás conquistou rapidamente a preferência dos usuários graças à sua praticidade e ao baixo custo.

Por ser tão popular, muitas versões mais baratas e pouco seguras desses isqueiros começaram a ser vendidas, sobretudo no comércio informal. Os acidentes não demoraram a acontecer: De sobrancelhas chamuscadas até a explosão do isqueiro na mão do usuário, muitos acidentes sérios têm colocado em risco a integridade física do consumidor.

Isqueiro com o selo holográfico do Inmetro

Por esse motivo, o Inmetro baixou a Portaria 191/2007 que criou o Regulamento de Avaliação da Conformidade para isqueiros a gás. Esse regulamento estabelece uma série de critérios e exigências técnicas de fabricação que devem ser obrigatoriamente cumpridas. Os isqueiros aprovados recebem um selo holográfico, de modo que o consumidor possa identificá-los. Nenhum isqueiro a gás com corpo de plástico, recarregável ou descartável, pode ser comercializado no País sem o selo holográfico do Inmetro.

As equipes fiscais do IPEM-SP visitam os locais de venda de isqueiros à procura daqueles que não apresentam o selo holográfico. Quando encontrados, esses produtos irregulares são apreendidos e inutilizados, e o responsável é autuado.

Portanto, compre apenas isqueiro que tenha o selo holográfico do Inmetro! Essa é a maneira mais inteligente de se proteger contra acidentes envolvendo isqueiros.

Panela de Pressão: Não precisa ter medo…

2 de fevereiro de 2012

Voltamos a falar da panela de pressão porque ainda tem gente que alimenta um certo receio em lidar com ela. Isso não é à toa. Acontece que, antigamente, os acidentes com panela de pressão eram frequentes e muita gente acabava se ferindo. Pois bem, para acabar com esse medo todo resolvemos explicar como a panela de pressão funciona.

Se você colocar água para ferver numa panela normal, aberta, a temperatura atingirá 100 °C (cem graus Celsius) e  ficará assim durante todo o tempo de fervura. Isso porque a temperatura da água permanece constante durante a fase de ebulição. Não adianta aumentar o tamanho da chama que a água não fica mais quente, apenas evapora mais rápido.

A panela de pressão, entretanto, cozinha os alimentos a temperaturas acima do ponto de ebulição da água, em torno de 120 °C. O segredo é justamente a pressão. Toda panela de pressão tem tampa hermética, ou seja, a tampa se ajusta na panela de tal forma que não deixa o vapor d’água sair. Isso faz com que a pressão  dentro da panela aumente além da pressão normal ambiente, o que eleva a temperatura da água.  O sistema de cozimento a vapor num recipiente hermeticamente fechado foi inventado pelo médico francês Denis Papin, em 1679. A “Marmita de Papin”, como ficou conhecida, é a precursora das autoclaves usadas em esterilização e, naturalmente, da nossa panela de pressão.

Acima você vê uma panela de pressão em corte: Ela tem uma tampa hermética, vedada por um aro de borracha. No centro da tampa existe uma válvula, mantida fechada por um pino de metal que apenas repousa sobre a abertura. O pino é suficientemente pesado para manter a válvula fechada. Na tampa ainda tem outra válvula, de segurança, que só funciona em situações extremas.

Quando a água e os alimentos são colocados na panela e levados ao fogo, o calor eleva a temperatura da água até o ponto de fervura. Como a panela é hermeticamente fechada, o vapor d’água não tem por onde escapar, o que faz com que a pressão interna aumente até certo limite.  Além desse limite a pressão interna consegue levantar o pino da válvula, liberando vapor e impedindo que a pressão interna aumente e a panela exploda. A outra válvula, de segurança, serve justamente para romper e liberar a pressão caso haja entupimento da válvula principal.

Hoje as panelas de pressão são bastante seguras, e desde que sejam tomados alguns cuidados elas podem ser utilizadas tranquilamente.

Na hora de comprar, veja se a panela traz o selo de segurança do Inmetro. A presença do selo significa que a panela foi fabricada dentro das normas de segurança obrigatórias. Nenhuma panela de pressão pode ser comercializada sem esse selo. Além disso, leia atentamente as instruções de uso do fabricante. Lembre-se de manter a válvula de alívio da panela (a válvula do pino) sempre limpa e desobstruída. Troque a válvula a cada cinco anos, e apenas em representantes autorizados. Durante o cozimento, mantenha o fundo da panela sempre plano, não deixe o cabo para fora do fogão e nem deixe que crianças fiquem na cozinha.