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CARNAVAL 2020!

17 de fevereiro de 2020

Todo ano, pouco antes do Carnaval, costumamos chamar a atenção para os produtos típicos desse período de folia. Este ano, além das dicas de sempre, vamos falar um pouco mais sobre essa festa e explicar como se define o dia e o mês em que ela ocorre.

Mas, primeiro, vamos às dicas:

Fantasias são produtos têxteis sujeitos à fiscalização do Ipem-SP. Na hora de comprar a fantasia, veja a “composição têxtil” informada na etiqueta.  Essa informação é importante porque algumas pessoas são alérgicas a determinadas fibras. A etiqueta também exibe informações sobre o fabricante ou importador, o país de origem, os cuidados para a conservação do produto e uma indicação de tamanho.

Brinquedos! No carnaval muita gente usa brinquedo, até as crianças. Ao comprar brinquedos típicos de carnaval procure o selo de certificação (selo de conformidade do Inmetro) e observe a faixa etária indicada na embalagem do produto. As máscaras infantis (menos as descartáveis, de papelão) e os adereços que acompanham as fantasias das crianças (tiaras, martelinhos, espadinhas etc.) são considerados brinquedos e precisam ser certificados. Lembre-se: brinquedo sem o selo do Inmetro põe em risco a saúde da criança.

Preservativos: O preservativo de uso masculino, a conhecida camisinha, deve ter o símbolo do Inmetro na embalagem. Veja também o prazo de validade e não compre se a embalagem estiver danificada. O Ipem-SP fiscaliza e retira de comercialização as camisinhas irregulares.

Bafômetro: As leis brasileiras são bastante rígidas com aqueles que dirigem alcoolizados, e quem quiser correr o risco pode ser pego pelo bafômetro…. E não vai adiantar comer cebola, chupar bala de hortelã, mascar chiclete, tomar vinagre ou qualquer outra “receita caseira”, pois os bafômetros usados pela polícia são verificados pelo Ipem-SP e nunca se enganam. Então, se beber, não dirija!

Táxi:  Resolveu ir para a folia de táxi? Sábia decisão! O Ipem-SP verifica periodicamente os taxímetros para que estes registrem corretamente o valor da corrida.

Como é definido em que dia “cai” a Terça-feira de Carnaval

O Carnaval é uma festa móvel ligada ao calendário litúrgico católico. O nome Carnaval tem origem provável na expressão italiana carne levare (suprimir a carne), ou mesmo do latim tardio carne vale (despedir-se da carne). Acontece que imediatamente após o carnaval inicia-se o período da Quaresma, que é uma preparação para a Páscoa. Durante a Quaresma, que começa na Quarta-feira de Cinzas, os fiéis não podem comer carne. Daí a expressão “Terça-feira Gorda”, último dia antes da Quaresma em que a carne é permitida.

Arlequim, Colombina e Pierrot são personagens da Commedia dell’Arte, estilo teatral nascido na Itália do século dezesseis, e que durante muitos anos inspirou as fantasias e as marchinhas de carnaval.

Segundo a liturgia católica, o Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Por ter a sua origem ligada ao calendário lunossolar judeu (baseado nos movimentos do Sol e da Lua) a Páscoa ocorre no primeiro domingo depois da primeira lua cheia que surgir após o dia do primeiro equinócio do ano (primavera no hemisfério norte e outono no hemisfério sul). Complicado? Nem tanto, veja:

  • Data em que ocorre o primeiro equinócio de 2020: 20 de março.
  • Primeira Lua Cheia depois do equinócio: 7 de abril, terça-feira.
  • Primeiro domingo depois desse dia: 12 de abril, Páscoa.
  • 47 dias antes da Páscoa: 12 dias de abril + 31 dias de março + 4 dias de fevereiro (que este ano tem 29 dias por ser bissexto).
  • Resultado: 25 de fevereiro, Terça-feira de Carnaval.

Sim, é muito mais fácil olhar no calendário. Mas afinal, este é um blog sobre metrologia, e contagem de tempo é medição…

É bom lembrar que o carnaval não é feriado nacional. Aqui em São Paulo, por exemplo, o carnaval é ponto facultativo. Contudo, as repartições públicas, os bancos e a maioria das empresas costumam liberar seus empregados, de modo que para muitos paulistas a folia começa no sábado e só termina na quarta-feira.

No caso de dúvidas, sugestões ou reclamações, fale com a Ouvidoria do Ipem-SP. O telefone é o 0800 013 05 22 e a ligação é gratuita.

Boa diversão!

Boas festas? Boas, sim, mas dão um trabalho…

9 de dezembro de 2019

Não há como evitar. Nesta época de festas de fim de ano o corre-corre aumenta e a gente se desdobra para dar conta de tudo. Sem querer aumentar ainda mais as suas preocupações, lembramos que na hora das compras é preciso ficar atento a muita coisa.

Brinquedos: Atenção à faixa etária recomendada e ao símbolo do Inmetro. Comprar brinquedo sem nota fiscal, sem conhecer a origem do produto e sem o símbolo do Inmetro coloca em risco a saúde e a segurança da criança que o recebe.

Roupas:  Fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém uma série de informações importantes sobre o tipo de composição do tecido (fibras têxteis), tamanho, dados do fabricante e cuidados para conservação e limpeza. A etiqueta têxtil é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, colchões, travesseiros, linhas etc. Assim como faz com os brinquedos e muitos outros produtos, o Ipem-SP fiscaliza regularmente os produtos têxteis.

Produtos para a ceia: Panetone, castanhas, nozes, pernil, peru e mais uma grande variedade de produtos são consumidos nesta época. Então, fique atento à pesagem dos produtos e confira se a balança tem o selo de verificação do Inmetro. Produtos pesados na sua presença devem ter a embalagem (bandeja, prato, caixa) descontados. Os produtos que já estão embalados devem trazer a indicação da quantidade na embalagem.

Eletrodomésticos:  Observe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia – ENCE. Todos os eletrodomésticos trazem a etiqueta do Inmetro que informa sobre o consumo de energia. As lavadoras e fogões devem informar, além disso, o consumo de água e gás, respectivamente. O consumo de energia é indicado por uma escala colorida com letras de A a G, que apresentam os níveis de consumo do aparelho. Uma seta preta com a letra correspondente ao consumo daquele aparelho informa o seu nível de eficiência energética. Um produto classificado com letra A, por exemplo, é mais eficiente (gasta menos) do que um com a letra C.

E também você, que está do outro lado do balcão, fique atento a essas recomendações para não ter problemas com a fiscalização do Ipem-SP. Boas compras, bons negócios e boas festas!

 

Produtos para crianças!

6 de outubro de 2016

 

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O Ipem-SP fiscaliza os produtos sujeitos à avaliação compulsória da conformidade utilizados por crianças: Artigos escolares; Berços; Bicicletas infantis; Brinquedos; Cadeiras para alimentação (cadeirões); Carrinhos para bebê; Chupetas; Dispositivos de retenção (cadeirinhas para automóvel); Mamadeiras e bicos.  Todos esses produtos devem ser fabricados, obrigatoriamente, de acordo com as normas técnicas aprovadas pelo Inmetro, e devem exibir o Selo do Inmetro. Veja alguns exemplos de selo abaixo:

selos-seguranca-inmetroAntes de comprar qualquer um desses produtos, verifique o Selo de Segurança do Inmetro. No caso dos brinquedos, além do selo de segurança observe também a faixa etária indicada na embalagem. Lembre-se de que retirar o brinquedo da embalagem, ler as instruções e fazer a montagem é tarefa para adultos.

Ah! Nunca compre brinquedo ou qualquer produto para crianças no comércio informal, e sempre exija a nota fiscal.

Brinquedo sem selo do Inmetro? Nem de brincadeira!

20 de setembro de 2011

Nunca é demais repetir que o brinquedo deve ser seguro, pois as crianças brincam com qualquer coisa e não têm o mesmo discernimento que os adultos têm, ou deveriam ter.

Infelizmente, nem todo mundo que vende brinquedo pensa dessa maneira. Os brinquedos que entram ilegalmente no País não apresentam qualquer garantia de qualidade. Muitos são pintados com tintas tóxicas, têm peças pequenas que podem ser engolidas, quebram facilmente e deixam arestas cortantes e pontiagudas. E tem ainda os brinquedos movidos à bateria tipo botão, que se não forem confinadas em lugar onde a criança não tenha acesso, podem causar acidentes fatais! Enfim, um perigo!

Por isso, quem compra brinquedo de camelô, sem nota fiscal, sem conhecer a origem do produto e, principalmente, sem o símbolo do INMETRO, não está fazendo economia, está colocando a criança em risco.

O adulto tem a obrigação de zelar pela saúde e pela segurança da criança, e isso inclui, também, escolher brinquedos adequados à sua faixa etária e que tenham sido fabricados de acordo com as normas aprovadas pelo INMETRO.

Portanto, ao comprar brinquedo, siga as seguintes recomendações:

1- Em primeiríssimo lugar, procure o Selo do INMETRO na embalagem. Ele garante que o produto foi fabricado de acordo com as normas técnicas obrigatórias. Não compre brinquedo sem o símbolo do INMETRO.

2- Verifique e respeite a faixa etária informada na embalagem. Muitos brinquedos trazem peças pequenas que podem ser engolidas por crianças de menos idade.

3- Peça, sempre, a Nota Fiscal de compra.

4- Monte o brinquedo para a criança. Tirar o brinquedo da embalagem e montá-lo é tarefa para adultos. Não deixe a criança brincar com os sacos plásticos.

E  já que estamos no assunto, se você está do outro lado do balcão, não fabrique ou comercialize brinquedos irregulares. Além de ser ilegal é um atentado à integridade da criança. Todo brinquedo comercializado no País, mesmo que seja importado, deve ser certificado no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC, de acordo com o Procedimento de Certificação para Segurança do Brinquedo. Visite, no site do Inmetro, o link http://www.inmetro.gov.br/legislacao/ e digite, no campo de busca, a palavra chave brinquedo. Você terá acesso à toda a legislação pertinente.