Archive for the ‘Conceitos de metrologia’ Category

50 anos da conquista da Lua!

19 de julho de 2019

O astronauta Buzz Aldrin instala equipamentos na Lua. Ao fundo, o módulo lunar da Apollo 11. (foto: NASA)

Há 50 anos, em 20 de maio de 1969, o módulo espacial da missão “Apollo 11” pousou na Lua com dois astronautas a bordo. A tripulação completa era formada por três astronautas: Neil Aldem Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin Jr. e Michael Collins, mas apenas os dois primeiros pousaram na Lua, Collins permaneceu em órbita.

A nave Apollo 11 era formada por três partes: um módulo de comando, com lugar para três astronautas, que permaneceu em órbita e retornou à Terra após o fim da missão; um módulo de apoio com propulsão, energia elétrica, oxigênio e água; e um módulo lunar dividido em dois estágios, um usado para descer na Lua e um para subir de volta à órbita.

Armstrong, o comandante da missão, foi o primeiro a pisar na superfície lunar, num local chamado “Mare Tranquillitatis” (Mar da Tranquilidade). “Buzz” Aldrin (cujo apelido inspirou o nome do personagem “Buzz Lightyear” da animação “Toy Story”) desceu em seguida. Os astronautas passaram pouco mais de duas horas fora do módulo e coletaram 21,5 kg de rochas para trazer à Terra.

É interessante notar que, ainda hoje, há quem duvide desse estupendo feito norte-americano. Muita gente crê que tudo não passou de encenação criada por Hollywood para enganar o mundo.

Pois é aí que entra a “prova metrológica”. Quando os astronautas da Apollo 11 estiveram na Lua, lá deixaram um dispositivo capaz de refletir um feixe de laser exatamente de volta ao seu ponto de origem. Assim, qualquer observatório bem equipado poderia (e ainda pode) medir a distância entre a Terra e a Lua com grande precisão. Ou seja, alguém esteve realmente na Lua em 1969 e colocou o refletor, pois desde então muitos observatórios, mundo afora, têm utilizado esse dispositivo.

Dispositivo refletor de raios laser instalado na Lua em 1969. O dispositivo funciona até hoje. (foto: NASA)

E já que estamos no assunto, lembramos que a distância entre a Terra e a Lua varia em função da posição relativa dos dois corpos, pois a Lua percorre uma órbita elíptica. A distância média, contudo, é de 384.400 km. Assim, desde que se obtenha o tempo que o laser leva para ir e voltar, calcular a distância é simples.

Como exemplo, vamos supor um tempo de 2,48 s de ida e volta do laser, o que dará 1,24 s apenas para ir. Para a velocidade da luz adotamos o valor de 3,1 x 108 m/s , que convertido para km/s dará 3,1 x 105 km/s (310.000 km/s). Multiplicando 1,24 s por 310.000 teremos 384.400 km (é claro que forçamos o exemplo para obter a distância média da Terra à Lua).

 

 

 

 

 

 

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A metrologia e a linguagem: Grafia dos nomes

18 de julho de 2019

Grafia dos nomes de unidades

Quando escritos por extenso, os nomes das unidades começam sempre por letra minúscula, mesmo quando têm o nome de um cientista (exemplo: ampere, kelvin, newton).

O nome da unidade de temperatura grau Celsius, símbolo ºC, não é uma exceção (embora pareça) já que o nome da unidade é grau e começa pela letra “g” minúscula. Celsius é escrito com letra maiúscula por ser um nome próprio que adjetiva a unidade grau.

O nome de uma unidade só é escrito com letra maiúscula quando iniciar uma frase (exemplo: “Kelvin é a unidade de temperatura termodinâmica do SI”), ou quando a sentença estiver toda em letras maiúsculas, como em um título (exemplo: OS MÚLTIPLOS DO METRO).

Quando o nome da unidade é justaposto ao nome de um prefixo, não há espaço, e nem hífen, entre o nome do prefixo e o nome da unidade. Eles formam uma única palavra. Observe que esta regra contraria o Acordo Ortográfico em dois casos:

1- Contrariamente ao Acordo Ortográfico, não se usa o hífen quando o segundo elemento começa por h ou pela mesma vogal com que o prefixo termina. Deve-se escrever, por exemplo,  kilohertz (ou quilohertz), microoersted, nanoohm e não kilo-hertz (ou quilo-hertz), micro-oersted ou nano-ohm;

2- Contrariamente ao Acordo Ortográfico, não se dobra a letra r ou s na formação de nome de unidades quando o prefixo termina em vogal e o nome da unidade inicia com a letra r ou s. Deve-se escrever, por exemplo, miliradiano, milisegundo, nanosegundo e não milirradiano, milissegundo e nanossegundo.

Na expressão do valor numérico de uma grandeza, a respectiva unidade pode ser escrita por extenso ou representada pelo seu símbolo (exemplo: vinte metros por segundo ou 20 m/s). Não são admitidas combinações de partes escritas por extenso com partes expressas por símbolo.

Quando o nome de uma unidade derivada é formado pela multiplicação das unidades que lhe deram origem, utiliza-se um espaço ou um hífen entre elas (exemplo: pascal segundo ou pascal-segundo, megawatt hora ou megawatt-hora.

Quando o nome de uma unidade derivada for formado com o nome de uma unidade elevada à potência 2 ou 3, as palavras “quadrado” ou “cúbico” são colocadas após o nome dessa unidade. Por exemplo: metro por segundo quadrado (m/s²), metro cúbico por segundo (m³/s).

Veja, no próximo post desta série, com é feito o plural dos nomes das unidades SI.

Fonte: Portaria nº 590, de 02 de dezembro de 2013

A metrologia e a linguagem: O “K” da Questão…

15 de julho de 2019

Camões e a Metrologia. O poeta perdeu o olho direito na guerra, e costuma ser representado com folhas de louro a lhe ornar a testa.

A metrologia, todos sabemos, é a ciência das medições. E por ser ciência fortemente ancorada na física, na matemática e outras disciplinas ditas “exatas”, não nos ocorre pensar que ela, a metrologia, tenha algo a dizer sobre a Língua Portuguesa.

Por outro lado, como também sabemos, a metrologia é ubíqua, está em toda parte e de tudo participa.

Portanto, vamos ver de que modo a metrologia interfere (ou contribui) com o belo idioma de Camões, cuja famosa epopeia “Os Lusíadas” tornou-se um cânone e é uma referência para toda a comunidade lusófona. O assunto, já se vê, é extenso.

Vamos começar, neste post, com a reintrodução das letras “K; W; Y” no alfabeto português por conta do Acordo Ortográfico que passou a vigorar obrigatoriamente no Brasil a partir de 2016.

Acontece que esse fato motivou o Inmetro a autorizar que o prefixo “quilo” (que multiplica a unidade por mil) passe a ser escrito também com “k”. Ou seja, do ponto de vista da grafia dos termos metrológicos, doravante pode-se escrever kilometro, kilolitro, kilograma etc.

Achou que na palavra kilometro faltou o acento circunflexo? Pois é assim mesmo que essa palavra será escrita e pronunciada! Assim como acontece com a palavra kilograma, que é paroxítona e, portanto, não tem acento circunflexo no “o”,  passou-se a permitir a grafia “kilometro” (sem a acentuação), de modo que a pronúncia passa a ser kilométro.

Estranho? Na verdade essa nova regra faz sentido, pois apenas os múltiplos e submúltiplos do metro tinham essa grafia e pronúncia diferentes.  Assim, em respeito à regra geral de escrita do SI que estabelece a junção simples dos prefixos aos nomes das unidades, os outros múltiplos e submúltiplos do metro que são proparoxítonos passaram a ser paroxítonos. Portanto, escreve-se milimetro, centimetro, decimetro, decametro, hectometro e kilometro  (e a pronúncia acompanha a grafia).

Essas mudanças não são, ainda, impositivas, de modo que se pode optar por continuar escrevendo à moda antiga.

Pronúncia dos múltiplos e submúltiplos das unidades

Na forma oral os nomes dos múltiplos e submúltiplos decimais das unidades devem ser pronunciados por extenso, prevalecendo a sílaba tônica da unidade (e não do prefixo).

Assim, os múltiplos e submúltiplos decimais do metro devem ser pronunciados com acento tônico na penúltima sílaba (mé). Por exemplo: megametro, kilometro, hectometro, decametro, decimetro, centimetro, milimetro, micrometro (diferente de micrômetro, que é um instrumento de medição), nanometro, etc.

No Brasil, como vimos, as únicas exceções a esta regra são as palavras quilômetro, hectômetro, decâmetro, decímetro, centímetro e milímetro. Por serem consagradas pelo uso estas palavras  admitem dupla pronúncia, com o acento tônico deslocado para o prefixo. Veja, no próximo post, a continuação desta matéria.

Fonte: Portaria nº 590, de 02 de dezembro de 2013

 

 

 

Chegou a “Metrologia em Revista” Ano III – n° 2 .

10 de julho de 2019

 

Clique na imagem para acessar a revista

A “Metrologia em Revista” do segundo trimestre de 2019 já pode ser lida. Ela traz algumas matérias muito interessantes, com destaque para os padrões metrológicos de massa. Confira!

Dia do Metrologista 2019

26 de junho de 2019

No Brasil comemoramos o Dia Nacional do Metrologista em 26 de junho. Foi nesta data que, em 1862, o Imperador Dom Pedro II promulgou a lei nº. 1157, pela qual o País adotou o Sistema Métrico Decimal. O metrologista, todos sabem, é o profissional que trabalha com medições, uma das atividades mais antigas e mais praticadas em todo o mundo.

Aqui no Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo são os metrologistas que, naturalmente, formam a base da instituição e se dedicam a exercer o controle das atividades metrológicas e da avaliação da conformidade no âmbito do Estado.

Pelo inestimável serviço que prestam à sociedade cumprimentamos, neste dia, a todos os metrologistas do Brasil e, em particular, aos metrologistas do Ipem-SP. Parabéns, colegas!

Hoje é dia de solstício. O Inverno chegou!

21 de junho de 2019

Este ano de 2019 o inverno no hemisfério sul tem início, precisamente, às 15 horas e 54 minutos do dia 21 de junho! Na maior parte do território brasileiro as temperaturas não chegam a cair muito, a não ser no sul, quando as latitudes mais elevadas (mais distantes do equador) têm maior influência sobre o clima e a duração dos dias e noites.

Mas o que é que a metrologia tem com isso? Bem, o próprio conceito de latitude tem a ver com metrologia. Para quem não se lembra, latitude e longitude são coordenadas geográficas que permitem medir distâncias e localizar um ponto na superfície do planeta. Isso é feito com os chamados paralelos e meridianos. Aliás, foi medindo o comprimento de um meridiano que se chegou à primeira definição do metro!

Os meridianos são linhas imaginárias traçados de polo a polo, verticalmente ao equador. Marcam a longitude. O principal deles é o meridiano de Greenwich, que passa pela cidade do mesmo nome na Inglaterra. É o marco inicial de longitude e dos fusos horários.  Os paralelos, como o nome diz, são linhas imaginárias traçadas paralelamente ao equador e que delimitam, entre outras coisas, as zonas tropicais e polares. Marcam a latitude.

Os trópicos são paralelos que delimitam as zonas tropicais e marcam o ponto mais ao norte, ou mais ao sul que o sol atinge, em seu movimento aparente em torno da terra, durante os solstícios de verão e de inverno. O trópico de Capricórnio (23° 26’ 14” S) delimita a zona tropical sul, passa no Brasil sobre o Estado de São Paulo (inclusive aqui na cidade de São Paulo) e também no norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. Hoje, por estarmos no solstício de inverno, o sol se encontra sobre o trópico de Câncer (23° 26″ 14′ N) e determina o início do verão no hemisfério norte.

 

Festas Juninas!

14 de junho de 2019

O mês de junho traz o inverno e as festas juninas. Com as temperaturas mais baixas e as festas e quermesses ao ar livre, em torno das fogueiras, é época de tirar os agasalhos do armário (ou comprar novos) e se deliciar com as comidas típicas. Para o Ipem-SP é época de fiscalizar os produtos mais consumidos durante esse período para que o consumidor se divirta sem sustos. Veja, a seguir, algumas dicas:

Ao comprar fantasias e agasalhos, fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém informações sobre a composição do tecido, tamanho, dados do fabricante e cuidados na conservação. O Ipem-SP fiscaliza a presença da etiqueta, que é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho e muitos outros produtos!

Fique atento também ao comprar produtos pré-medidos, cuja quantidade é determinada sem que o consumidor acompanhe o processo de medição. Os produtos pré-medidos típicos da época, como os doces, bolos, fubá, canjica, cachaça, arroz etc. trazem na embalagem a indicação da quantidade líquida. O Ipem-SP fiscaliza esses produtos. Na dúvida, fale com a ouvidoria do Ipem-SP pelo número 0800.013.05.22.

Não solte balões! Lembre-se de que soltar balão é crime, e coloca em risco a vida e o patrimônio das pessoas. E já que estamos no assunto, lembre-se também de que é proibido soltar fogos na cidade de São Paulo, pois as explosões provocam mal-estar em idosos, crianças e animais domésticos.

 

12 de junho é Dia dos Namorados

7 de junho de 2019

 

Dia dos namorados é dia de trocar presentes!

Se você resolveu dar roupa, fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém uma série de informações importantes sobre o tipo de composição do tecido, tamanho, dados do fabricante e cuidados para limpeza. A presença da etiqueta têxtil é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, colchões, travesseiros, linhas e mais um grande variedade de produtos! Equipes de fiscalização  do Ipem-SP visitam as lojas e retiram de comercialização os produtos que estiverem irregulares ou que não apresentarem a etiqueta têxtil. Aliás, lembre-se de que a lã e a seda são fibras naturais. Não existem lãs e sedas sintéticas.

E se você for dar chocolate observe que as embalagens do produto, como as caixas de bombom, por exemplo, informam o peso líquido do chocolate contido na embalagem.  O Ipem-SP fiscaliza os chocolates para que o seu presente esteja com o peso certo.

 

Lembre-se de que o uso do preservativo (camisinha) pode evitar gravidez indesejada, além  de proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis! Antes de comprar, preste atenção na embalagem. Ela deve estar intacta, dentro do prazo de validade e precisa ter o símbolo do Inmetro. O Ipem-SP fiscaliza regularmente os preservativos e retira de comercialização os que estiverem irregulares.

Dia Mundial da Metrologia 2019

20 de maio de 2019

O poster de 2019 foi criado pelo “the Standards and Calibration Laboratory”, Hong Kong, China.

Hoje comemoramos o Dia Mundial da Metrologia. O texto a seguir é uma tradução (e ligeira adaptação) do site World Metrology Day, que é suportado pelo BIPM – Bureau International des Poids et Mesures (Escritório Internacional de Pesos e Medidas) e pela OIML – Organisation Internationale de Métrologie Légale (Organização Internacional de Metrologia Legal).

“O tema do Dia Mundial da Metrologia de 2019 é O Sistema Internacional de Unidades – Fundamentalmente melhor. Este tema foi escolhido porque em 16 de novembro de 2018 a 26ª Conferência Geral sobre Pesos e Medidas concordou em promover o que é, talvez, uma das revisões mais significativas do Sistema Internacional de Unidades (o SI) desde o seu início. Pesquisas sobre novos métodos de medição, incluindo aqueles que usam fenômenos quânticos, sustentam a mudança, que entra em vigor justamente no dia de hoje, 20 de maio de 2019. O SI agora é baseado em um conjunto de definições, cada uma delas ligada às leis da física, e tem a vantagem de ser capaz de incorporar novas melhorias na ciência e tecnologia de medição para atender às necessidades dos futuros usuários por muitos anos.

De fato, cada vez mais amplamente a metrologia, a ciência da medição, vem desempenhando um papel central na descoberta e inovação científicas, na produção industrial e no comércio internacional, na melhoria da qualidade de vida e na proteção do meio ambiente global.

O Dia Mundial da Metrologia é uma celebração anual da assinatura da Convenção do Metro em 20 de maio de 1875 por representantes de dezessete nações, o Brasil inclusive! A Convenção estabeleceu a estrutura para colaboração global na ciência da medição e em suas aplicações industriais, comerciais e sociais. O objetivo original da Convenção do Metro – a uniformidade mundial da medição – permanece tão importante hoje quanto em 1875.”

50° Aniversário do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação

17 de maio de 2019

À esquerda, o poster da primeira comemoração do WTD (ano de 1969).    À direita, o poster do 50° aniversário do WTISD,  em 2019.

Hoje, 17 de maio de 2019, o mundo celebra pela 50ª vez o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação.

O dia marca a fundação, no dia 17 de maio de 1865, da International Telecommunication Union – ITU, organização destinada a padronizar e regular os assuntos relativos ao uso das ondas de rádio e telecomunicações internacionais. A ITU é hoje a organização internacional mais antiga do mundo, e é a agência especializada da ONU para tecnologias da comunicação e informação.

Resumidamente a ITU está assim estruturada:

Radiocomunicações (ITU-R): Responsável pela gestão do espectro de radiofrequência internacional e recursos de órbita de satélite mediante a elaboração de normas para o uso eficaz do espectro de radiofrequências.

Desenvolvimento (ITU-D): Responsável por ajudar a difundir o acesso equitativo, sustentável e barato à infraestrutura e aos serviços de tecnologias de informação e comunicação, com a finalidade de garantir a todos o direito à comunicação.

Normatização (ITU-T): Responsável pela elaboração, a partir do diálogo com o setor industrial, de padrões e normas consensuais sobre tecnologia que garantam o funcionamento, a interoperabilidade e a integração dos sistemas de comunicação em todo mundo. Responsável, também, pelas famosas ITU-T Recommendations series (de A à Z).

A cada aniversário da ITU um tema atual é escolhido, e os eventos que o celebram  ocorrem em todo o mundo. O tema de 2019 Bridging the standardization gap “BSG” (Transpondo o fosso da normalização) permitirá estimular a participação dos países em desenvolvimento no processo de elaboração de normas da ITU, capacitar especialistas locais no processo de padronização e promover a implementação de padrões internacionais nos países em desenvolvimento.

O objetivo geral do programa BSG é abordar as disparidades na capacidade dos países em desenvolvimento em relação aos desenvolvidos para acessar, implementar e influenciar os padrões internacionais da ITU. O programa BSG visa facilitar a participação eficiente dos países em desenvolvimento no processo de elaboração de normas da ITU, disseminar informações sobre os padrões existentes e ajudar os países em desenvolvimento na implementação de padrões.

Pois bem, você faz ideia de quanta metrologia, quanta tecnologia em sistemas de medição essa gigantesca e complexa organização internacional desenvolveu ao longo dos seus 50 anos de existência? Pois então dê uma olhada na ITU-T Recommendations serie O. Se você é do ramo e ainda não conhece, vale a pena uma visita.