Archive for the ‘Metrologia legal’ Category

Instrumentos de medir incomuns – Comprimento

14 de julho de 2010

 

Medida materializada. Metro padrão.

Para medir o comprimento das coisas usa-se, naturalmente, o metro. Mas o metro é a unidade SI para essa grandeza física, o comprimento, e portanto é intangível, ou seja, é um conceito da física. (more…)

Medidas extremas

12 de julho de 2010

Conheça a fascinante história das medidas, que acompanham o homem desde o tempo das cavernas.

Texto da Revista Superinteressante, ed. 186, mar. de 2003 

Da Pré-História aos dias de hoje, as medidas de comprimento, volume e massa foram de tal forma incorporadas às nossas vidas que é impossível imaginar a civilização sem elas. Conheça os bastidores dessa história de erros, acertos e acirradas disputas de poder.

(more…)

Biometrologia

6 de julho de 2010

 

A metrologia, como já dissemos aqui no blog inúmeras vezes, é a ciência das medições. Com o desenvolvimento científico e tecnológico, o campo de atuação da metrologia tem se expandido e incorporado áreas que, às vezes, nos passam despercebidas. A biometrologia é uma delas.   Não é difícil de imaginar qual é o escopo dessa vasta área. A biometrologia dá conta dos instrumentos e dos processos de medição voltados às ciências biológicas, principalmente a medicina. Os termômetros clínicos e os esfigmomanômetros (medidores de pressão arterial) já fazem parte do cotidiano da metrologia legal e são verificados regularmente. Mas esta é apenas a ponta do iceberg. Existe uma imensa gama de parâmetros fisiológicos que necessitam ser medidos, e os muitos equipamentos utilizados nos vários tipos de diagnóstico incorporam instrumentos de medição. De uma simples seringa de injeção a um sofisticado espectrofotômetro para  laboratório, dos processos de medição em análises clínicas até os procedimentos que envolvem radiação ionizante, da cosmetologia à farmacologia, a biometrologia está presente. Entretanto, a biometrologia implica em cuidados especiais e exige alguns pré-requisitos nem sempre necessários em outros campos de aplicação. Veja alguns deles:

Elevada exatidão e rastreabilidade: Medições de parâmetros fisiológicos necessitam ser muito confiáveis, pois podem afetar seriamente decisões que implicam em tratamento médico e, por conseqüência, na saúde do paciente.

Custo reduzido para fabricação e utilização: Instrumentos biometrológicos, embora sofisticados, devem ser acessíveis.

Não-invasividade: Quanto menos invasivo for um exame, mais seguro e mais confortável será para o paciente.

Inocuidade: Instrumentos e procedimentos biometrológicos precisam ser inócuos, ou seja, não podem comprometer a saúde do paciente.

São esses os desafios dos cientistas, metrologistas, engenheiros, biólogos, médicos e de todo o pessoal técnico que trabalha com biometrologia. Desenvolver instrumentos e procedimentos biometrológicos precisos, baratos, inócuos e não invasivos. A sociedade, penhorada, agradece.

Saúde controlada – bafômetro

28 de junho de 2010

O Ministério da Justiça (MJ) adquiriu em meados de 2008, dez mil novos aparelhos de três fabricantes de etilômetros, ganhadores de licitação para fornecimento ao policiamento de trânsito federal. Assim que saem de fábrica, esses aparelhos precisam passar por exames que testam a sua precisão. Cabe ao Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP), autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, verificar os aparelhos dos fabricantes cuja sedes são no Estado de São Paulo. (more…)

A medida dos paladares

24 de junho de 2010

O Livro “Dona Benta – Comer bem” (Companhia Editora nacional) tem um capítulo sobre como imprecisão na quantidade dos ingredientes de uma receita interfere no resultado do prato.  O título do capítulo é ” Peso e Medida”, e fornece muitas “dicas” sobre fazer para medir corretamente os ingredientes. Veja algumas:

Sempre que determinada receita pede medidas como xícaras e colheres, a tendência é pesarmos e medirmos os ingredientes empregando utensílios caseiros, pela facilidade de estarem à mão. É preciso, no entanto, levar em conta que o tamanho das xícaras e das colheres varia bastante; conseqüentemente, não existe uma uniformidade. O correto é utilizar medidores padronizados, que são facilmente encontrados em lojas de artigos para culinária.

Meça os líquidos sempre ao nível dos olhos, usando uma jarra de vidro graduada.

Antes de medir farinha, peneire-a sobre um pedaço de papel alumínio ou impermeável, para que ela fique bem fina e leve. Nunca a coloque diretamente dentro das medidas. E quando a receita incluir pequenas quantidades de ingredientes em pó (sal, pimenta, canela etc.), peneire todos eles com a farinha de trigo, para que fiquem perfeitamente distribuídos.

Ao medir ingredientes secos em xícaras ou colheres, nunca os aperte, salvo se isso for solicitado na receita, ou no caso do açúcar mascavo, que deve ser compactado à medida. Coloque os ingredientes nas medidas despejando-os delicadamente. Retire o excesso com as costas da lâmina de uma faca, para que os ingredientes fiquem no nível correto.

Se a receita pede uma colher cheia (de sopa ou de chá), ponha duas rasas. E nunca use colheres de seu faqueiro, utilize sempre as colheres-medida.

Não meça condimentos sobre a tigela, pois eles podem derramar.

Lave e seque os medidores a cada vez que os usar.

Veja algumas equivalências abaixo:

  • 1 xícara (chá) rasa de açúcar equivale a 120g.
  • 1 xícara (chá) de manteiga ou margarina equivale a 200g.
  • ¼ de xícara (chá) de líquido equivale a 4 colheres (sopa).
  • 1/3 de xícara (chá) de líquido equivale a 6 colheres (sopa).
  • ½ xícara (chá) de líquido equivale a 10 colheres (sopa).
  • 2/3 de xícara (chá) de líquido equivale a 12 colheres (sopa).
  • ¾ de xícara (chá) de líquido equivale a 14 colheres (sopa).
  • 1 colher (sopa) equivale a 15ml.
  • 1 colher (chá) equivale a 5ml.
  • 1 colher (sopa) de líquido equivale a 3 colheres (chá).
  • 1 cálice equivale a 9 colheres (sopa) de líquido.
  • 1 pitada é o tanto que se pode segurar entre as pontas de dois dedos ou ½ colher (chá).

 

Fonte: Livro Dona Benta Comer Bem    (Editora Nacional)

Prêmio por inovação

23 de junho de 2010

 

Pela terceira vez, o Ipem-SP é referência na categoria “Contribuição para melhoria dos serviços metrológicos” do Prêmio Nacional de Metrologia Legal, do INMETRO. (more…)

Como o Ipem-SP verifica a bomba de combustível do posto?

21 de junho de 2010

Quando falamos sobre o que faz o Ipem-SP,  já fica difícil compreender a abrangência de nossa atuação. Imagine então compreender todas as etapas envolvidas em cada tipo de fiscalização. (more…)

Ipem-SP analisa a Copa por meio da metrologia!

9 de junho de 2010

 

No período da Copa do Mundo de 2010, o Ipem-SP irá escrever semanalmente sobre aquelas dúvidas e curiosidades em relação às  definições das regras da Fifa. Você já se perguntou  como é feito o cálculo no “tira-teima”? Ou  sobre  a distância máxima e mínima  permitida entre o tiro de meta e o gol? Quais os padrões de circunferência, peso e pressão que a bola deve ter? Quais instrumentos são utilizados para fazer a medição dos campos? Acompanhe o nosso blog e fique informado sobre todos esses assuntos.

Para dar início à série de matérias, editamos um vídeo da equipe do Ipem-SP realizando ensaios em alguns dos produtos  mais consumidos durante a Copa. Além de mostrar um pouco do trabalho realizado nos laboratórios, o vídeo também traz o depoimento do responsável pela qualidade de um dos produtos analisados. Nosso mascote aí em cima também já está suando a camisa, tanto por ir atrás das informações da Copa  como por  ficar fazendo embaixadinha com a sua mais nova Jabulani!

Seringas para insulina: cuidados na aplicação

8 de junho de 2010

Segundo o Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais da Metrologia (VIM)[1], “instrumento de medição” é definido como “dispositivo utilizado para uma medição, sozinho ou em conjunto com dispositivo(s) complementare(s)”.

(more…)

Anedota com medida portuguesa

4 de junho de 2010

O alqueire designava, originalmente, uma das bolsas ou cestas que se punha sobre o animal de carga, pendente para ambos os lados do seu dorso. Já no século XV deu-se o nome de alqueire ao recipiente usado para medir o volume de mercadorias secas, geralmente grãos. O hábito de avaliar o tamanho das terras agricultáveis pelo volume de grãos que elas produziam fez com que o alqueire passasse a ser empregado como unidade de área em propriedades rurais, como o alqueire Paulistas, o Mineiro etc.

Atualmente usa-se o hectare, unidade de área admitida temporariamente pelo SI que equivale a 10.000 m², ou o metro quadrado e seus múltiplos. Mas… E a anedota? Confira:

Estavam dois agricultores, um Americano e um Alentejano a compararem o tamanho de suas propriedades:

 – Qual é o tamanho de suas terras? – Pergunta o Americano.
 – Para os padrões portugueses a minha terra tem um tamanho razoável, vinte alqueires, e a sua?
– Olha, eu saio de casa de manhã, ligo o meu jeep e ao meio-dia ainda não percorri a metade da minha propriedade. – Gabou-se o Americano.
 – Pois é, – responde o Alentejano – já tive um carro desses. Esses Jipes americanos só dão problema e não andam nada…

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 301 outros seguidores