Archive for the ‘Serviços’ Category

Acidente de Consumo e as baterias tipo botão.

18 de junho de 2014

 

No vídeo acima, produzido pelo Inmetro, o acidente de consumo é explicado de maneira muito criativa. Não deixe de ver. E por falar em acidente de consumo, o Inmetro e a ONG Criança Segura estão fazendo um alerta nacional sobre o risco provocado pela ingestão ou aspiração acidentais de baterias do tipo botão por crianças. A divulgação faz parte de uma campanha internacional de conscientização que se estenderá ate 20 de junho.

As baterias tipo botão.

Quando usadas em brinquedos, os compartimentos onde ficam essas baterias são projetados para impedir o acesso da criança. Em outros produtos, entretanto, isso não acontece, como é o caso de controles remotos, chaves de carro, pequenos objetos eletrônicos (calculadoras, relógios, cartões, MP3,  lanternas) e até tênis e roupas com pisca-pisca. Nesses produtos os compartimentos onde ficam as baterias são fáceis de abrir.

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Muitos pais ainda não se deram conta do perigo que essas baterias representam, ainda mais porque, quando ingeridas ou aspiradas,  os sintomas que a criança apresenta podem ser confundidos com doenças comuns como resfriados, viroses ou alergias. As consequências são danosas e podem ser fatais!

Por isso o Conselho Internacional de Segurança de Produtos de Consumo lançou a Semana Internacional de Conscientização para reduzir lesões e mortes de crianças por ingestão da “bateria botão”. Integram a ação, além do Brasil, a União Européia, Estados Unidos, Canadá, Letônia, México, Peru, Colômbia, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia.

Dicas de segurança:

– Mantenha equipamentos com baterias tipo botão fora do alcance das crianças.
– Se a criança engolir a bateria, procure imediatamente atendimento médico de emergência. Não deixe a criança comer ou beber e não provoque vômito.
– Os sintomas podem ser parecidos com os de outras doenças como tosse, desconforto e salivação intensa. O diagnóstico é difícil. Por isso, o melhor é prevenir.
– Relate o caso no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo:
Site do INMETRO:
http://www.inmetro.gov.br/acidenteconsumo
Site do IPEM-SP:
http://www.ipem.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1202&Itemid=459

Dia do Ouvidor

15 de março de 2012

Ouvidor é alguém cuja função é ouvir. Parece óbvio, mas embora a figura do ouvidor exista no País desde a época do Brasil colônia, apenas modernamente a palavra tem sido empregada em sentido próprio, ou seja, para designar a pessoa encarregada de ouvir e encaminhar as demandas dos cidadãos.

Segundo a ABO – Associação Brasileira de Ouvidores, a primeira ouvidoria pública brasileira foi criada em 1985, na cidade de Curitiba. Aqui no Estado de São Paulo o Procon foi o primeiro órgão público a criar a sua ouvidoria, em 1992. A segunda ouvidoria do Estado foi a do Ipem, criada em 1993.

Na verdade, a função de ouvidor pode ter centenas de anos em outros países, mas aqui no Brasil passa a ter importância efetiva na medida em que os direitos do consumidor começam a ser reconhecidos. Aliás, não é coincidência que Procon e Ipem tenham sido os primeiros órgãos públicos do Estado de São Paulo a terem ouvidores. Ambos os órgãos têm como missão a proteção dos direitos do consumidor.

Não seria exagero dizer que o conceito mesmo de cidadania, aqui no País, deve muito à mobilização e à conscientização da sociedade em função das questões do consumo e da luta por relações justas e equânimes entre fornecedores e consumidores. O ouvidor, portanto, em razão do ofício, mas também por definição e vocação, acaba cumprindo o papel de verdadeiro catalisador e promotor da cidadania.

Sede do Ipem-SP em Bauru completa 14 anos

5 de agosto de 2011

 

A sede do Ipem-SP foi inaugurada em Bauru em 1968 e desde 05/08/97 , a Regional  passou a funcionar em um novo e moderno prédio, completando hoje 14 anos de existência!

A estrutura física da Regional Bauru é composta por um laboratório que verifica os produtos pré-medidos, cerca de 10 produtos por dia . A Oficina Metrológica que  responde pelas medidas de volume  de 20 litros de postos de combustível e  pesos das oficinas de manutenção de balanças. Além disso, a regional conta agora com um  Telecentro para realização de palestras, workshops e videoconferências possibilitando aos servidores melhor capacitação e aprimoramento técnico.

 Possui, também, um auditório, utilizado em palestras, cursos e treinamentos, disponível aos servidores e ao público em geral.

A Regional de Bauru é completa no que diz respeito aos serviços e conta com um dos 4 Postos de verificação volumétrica e inspeção de caminhão – tanque realizando mais de mil atendimentos na soma dos dois serviços.

A Regional atende 56 municípios munida de 8 veículos, 24 servidores e atende 56 municípios.

Quando recarregar os extintores de incêndio?

17 de maio de 2011

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Extintor de Incêndio é um assunto complexo. Aqui, vamos abordar resumidamente apenas os aspectos regulamentados pelo Inmetro, que não são poucos! Outros temas, como a definição dos tipos e as quantidades de extintores a serem instalados, o treinamento às pessoas que vão operá-los, as orientações de segurança, prevenção e combate a incêndio etc. são abordados no site do Corpo de Bombeiros de São Paulo.

O Extintor de Incêndio é um dos muitos produtos sujeitos à Avaliação Compulsória da Conformidade. Isso significa que deve ser fabricado, obrigatoriamente, de acordo (ou em conformidade) com requisitos definidos pelo Inmetro.

Os fabricantes de extintores de incêndio precisam solicitar a um Organismo de Certificação de Produto – OCP –  acreditado pelo Inmetro, que avaliem os seus extintores. Se forem cumpridos todos os requisitos e formalidades da Portaria Inmetro n°. 486 de 08/12/2010, o extintor recebe o Certificado de Conformidade. Os requisitos técnicos são os definidos nas normas ABNT NBR 15808 – Extintores de Incêndio Portáteis, e ABNT NBR 15809 – Extintores de Incêndio Sobre Rodas. 

As empresas que fornecem serviços de manutenção e recarga de extintores também precisam estar em conformidade com as exigências legais do Inmetro. Para obter o Registro da Declaração da Conformidade do Fornecedor essas empresas devem cumprir o que determina a Portaria Inmetro n°. 206 de 15/05/2011 . Entretanto, para executarem os serviços, devem seguir o que estabelece a Portaria Inmetro n°. 5 de 04/01/2011 . Os requisitos técnicos são definidos pela norma ABNT NBR 12962 -Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio.

Portanto, é a norma ABNT NBR 12962 que define os prazos para inspeção e manutenção de extintores. Para resumir:

Os extintores com carga de água ou pó químico devem ser inspecionados a cada 12 meses. Essa inspeção é que irá determinar o nível de manutenção pelo qual o extintor deverá passar.

Os extintores com carga de CO2 – Dióxido de Carbono devem ser inspecionados a cada 6 meses para verificar se houve perda da carga. Se a perda da carga for superior a 10% o extintor deverá ser recarregado.

O ensaio hidrostático nos cilindros dos extintores deve ser realizado a cada 5 anos, ou em menor intervalo se o mesmo tiver sofrido impacto sério.

Informações sobre a data da última inspeção ou manutenção, próxima inspeção e garantia podem ser encontrados em cada extintor. Veja onde:

 

O anel azul indica que o extintor foi recarregado em 2015.

O anel azul indica que o extintor foi recarregado em 2015.

O Anel de plástico ou metal na válvula informa em que ano o extintor foi recarregado. No anel de metal a data é puncionada, enquanto os anéis de plástico são de cores diferentes conforme o ano que representam: Para o ano de 2012 o anel é AMARELO. Para 2013 o anel é VERDE. Para 2014 o anel é BRANCO. Para 2015 o anel é AZUL. Para 2016 o anel é PRETO.Para 2017 o anel é LARANJA e para 2018 o anel é PÚRPURA. O anel deve apresentar o nome da empresa responsável pela sua colocação.

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O Selo holográfico de Conformidade do Inmetro  demonstra que o extintor foi fabricado e manutenido por empresas certificadas e credenciadas pelo Inmetro. No extintor novo o selo é avermelhado e traz informações do fabricante. No extintor que já passou por manutenção o selo é azulado e traz informações sobre a empresa e a data da manutenção.

Um Rótulo da empresa de manutenção é afixado no extintor e informa a data em que este foi inspecionado, manutenido e recarregado; a data da próxima inspeção e as condições de garantia.

Para mais detalhes sobre como devem ser feitas as inspeções e manutenções de primeiro, segundo e terceiro níveis, consulte a Portaria n° 5/2011 no link acima. As Normas ABNT 15808 e 15809 (de interesse dos Fabricantes) e a Norma ABNT 12962 (de interesse das Empresas de Manutenção) podem ser obtidas junto à Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Tira da dupla Pesado e Medido – Acidente de Consumo

11 de maio de 2011

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O consumidor que sofrer um acidente de consumo tem o direito de pedir reparação por danos patrimoniais ou morais. É bom lembrar que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, qualquer vítima de acidente de consumo equipara-se a consumidor, podendo pedir a reparação. Caso você tenha sofrido um acidente de consumo, preencha o formulário relatando o ocorrido!.

Páscoa – Atenção às quantidades de chocolate e pescado

11 de abril de 2011

Chocolates:

  • O ovo de chocolate deve apresentar, de forma clara, a indicação do peso líquido na sua embalagem. Esta indicação deve referir-se somente ao peso do produto, desconsiderando o valor da embalagem e dos brindes, se houver.

  • A numeração dos ovos serve apenas como referência. Ou seja, não se pode dizer que um produto com numeração maior pesa mais, pois cada marca adota uma escala diferenciada de tamanho.
  • Se os brindes no interior embalagem forem brinquedos, estes precisam apresentar o prazo de validade, registro nos órgãos competentes, a indicação da faixa etária e a marca de conformidade do Inmetro, que garante a qualidade do brinquedo e a segurança das crianças.

Pescados:

Peixe fresco em feira ou mercados:

Acompanhe a pesagem do produto, que deve ser realizada à sua vista, bem como o momento de embalar.

Caso você solicite que o o peixe seja embalado com gelo para que ele fique protegido e preservado durante o trajeto para sua casa, fique atento se o vendedor não o pesará depois de acrescentar o gelo! Você só DEVE pagar pelo peixe, não pelo gelo!

Peixe em conserva, pré-embalado e congelado:

Neste caso, o consumidor não tem como mensurar a quantidade exata devido a presença da embalagem. De qualquer maneira, uma dica para o consumidor é solicitar a conferência do peso do produto numa balança do próprio estabelecimento, levando em conta o peso líquido do pescado mais o peso adicional da embalagem.

Quando levar para casa um pescado com muito gelo, repare se ao prepará-lo, ele rende o mesmo tanto que você está habituado a consumir. Na dúvida, telefone para o Ipem-SP:

Para são Paulo 0800-0130522 – Outras localidades: (0xx11) 3581-2035 / 2019

Terremotos, Tsunamis e Metrologia

11 de março de 2011

Um terremoto é um movimento que ocorre na crosta terrestre causado por um impacto, e esse impacto pode ter como origem o acomodamento de grandes rochas no subsolo, a explosão de um vulcão ou atrito entre placas tectônicas. Acomodamentos de rocha causam tremores de pequena intensidade e pouca extensão, enquanto terremotos causados por vulcões em erupção podem atingir intensidades e extensões bem maiores. Já os terremotos causados pelo atrito de placas tectônicas podem atingir os maiores níveis de intensidade e propagação, causando devastação em grandes áreas e, até, tsunamis.

As placas tectônicas.

O atrito entre placas ocorre, geralmente, nas chamadas zonas de subducção, que é onde duas placas que se opõem acabam deslizando uma sob outra. Esse deslizamento não é assim tão suave quanto parece: Placas tectônicas têm extensões continentais e espessura de dezenas de quilômetros. Assim, quando uma placa que deveria mergulhar sob outra “enrosca” por algum motivo e interrompe o movimento, a pressão aumenta e a energia se acumula.

Essa situação pode durar por séculos, até que de repente o obstáculo cede e a energia acumulada durante longo tempo é liberada toda de uma vez, causando um imenso impacto nessas placas. O impacto se propaga em ondas (as famosas ondas sísmicas) à grande velocidade pela rocha, até atingir a superfície e causar o terremoto. Quando a zona de impacto fica no oceano, as ondas sísmicas se propagam das rochas para a água e causam o tsunami.

Onde entra a metrologia?

Ainda não dispomos de tecnologia para prever quando um terremoto irá ocorrer. Embora já se saiba bastante sobre a gênese desse fenômeno, não se pode fazer muito além de medir as ondas sísmicas que ocorrem antes, durante e depois de um grande terremoto. É aí que entra a metrologia. As ondas sísmicas são detectadas com o sismógrafo. É possível medir a intensidade, a velocidade e a direção dessas ondas, além da massa específica das rochas e a sua rigidez. Isso permite prever, por exemplo, os efeitos que um grande terremoto pode acarretar a regiões distantes do seu epicentro, e avisar as pessoas sobre esses efeitos. Um tsunami provocado por um grande terremoto, por exemplo, pode atravessar os oceanos a velocidades de mais de mil quilômetros por hora. Conhecer a velocidade de propagação das ondas sísmicas na água, além da direção e tempo para que o tsunami atinja um continente, é vital para as pessoas que moram na orla marítima.

E aqui no Brasil, precisamos nos preocupar com terremotos e tsunamis?

O Brasil está situado bem no meio de uma das grandes placas tectônicas, de modo que fica longe das zonas de subducção (onde as placas mergulham umas sob as outras). Ou seja, os efeitos de terremotos ocorridos nesses lugares são pouco percebidos por aqui.

Por outro lado, as rochas que formam a placa continental brasileira são muito antigas e não comportam vulcões ativos. Além disso, estamos longe dos vulcões da região dos Andes.

Desse modo, a maioria dos tremores que percebemos é gerada por acomodamento de rochas ou como reflexo de terremotos cujo epicentro fica a milhares de quilômetros de onde estamos. Por isso, a possibilidade de sofrermos um terremoto importante é muito, muito pequena. Com os tsunamis acontece a mesma coisa. Eles acontecem com freqüência no Oceano Pacífico, pois este é cercado por zonas de subducção e por vulcões.

O Brasil fica de frente para o Oceano Atlântico, que ao contrário do Pacífico é uma zona de afastamento de placas e é pouco sujeita a gerar terremotos e os tsunamis a eles associados. Seria possível, em tese, que um vulcão da costa africana gerasse um tsunami que atravessasse o Atlântico e atingisse a nossa costa, mas essa possibilidade é, também, muito remota.

As ações do Ipem-SP no mundo do carnaval

22 de fevereiro de 2011

Não dirija alcoolizado! As leis brasileiras são bastante rígidas no que diz respeito a punir quem dirige alcoolizado. Durante as festas de carnaval o consumo de bebidas alcoólicas aumenta bastante e, consequentemente, o índice de acidentes de trânsito também, pois muitos motoristas resolvem dirigir sob o efeito do álcool.

O etilômetro, conhecido popularmente como bafômetro, é o instrumento utilizado pelos policiais para verificar se o motorista “passou da conta”. Esse instrumento é verificado pelo Ipem-SP e, portanto, mede corretamente. Ou seja, não adianta torcer para não ser parado. O melhor é não dirigir depois de beber.

Vá de táxi!  Muito bem, você decidiu retornar para casa de táxi! Então saiba que o Ipem-SP verifica o taxímetro para que ele registre corretamente o valor da corrida.

Proteja-se! O preservativo de uso masculino (camisinha) é um produto fiscalizado pelo Ipem-SP. Antes de comprar, verifique se a embalagem traz o simbolo do Inmetro. Veja também o prazo de validade e não compre preservativo com a embalagem danificada.

Rasgue a fantasia! O Ipem-SP fiscaliza também os produtos têxteis. Na hora de comprar sua fantasia, veja a “composição têxtil” do tecido informada na etiqueta têxtil.  Algumas pessoas são alérgicas a determinadas fibras, e esse dado é importante para o consumidor saber do que é feita a peça que  ele adquiriu. A etiqueta também exibe também informações sobre o fabricante ou importador, o país de origem, cuidados de conservação do produto e uma indicação de tamanho.

Dúvidas, sugestões ou reclamações sobre diversos assuntos do Ipem-SP podem ser feitas pelo telefone da ouvidoria: 0800 – 0130522.

Verificação de Caminhão-Tanque

10 de fevereiro de 2011

Talvez você não saiba, mas um dos muitos trabalhos que o IPEM realiza é verificar o volume dos tanques que transportam combustíveis líquidos. Sabe esses caminhões-tanque que a gente vê nos postos de combustível? Pois então! O dono do posto compra o combustível baseado na quantidade de litros contidos no tanque do caminhão.

Funciona assim: O dono do posto encomenda à distribuidora de combustível dez mil litros de gasolina e dez mil litros de óleo diesel, por exemplo. A distribuidora escolhe um caminhão cujo tanque comporte vinte mil litros divididos em dois compartimentos de dez mil litros cada um. Depois de enchê-los com o combustível e de lacrar as bocas de inspeção e de descarga, emite a nota fiscal e manda o caminhão fazer a entrega no posto. Chegando lá a carga é conferida e descarregada.

Acontece que a única maneira de conhecer a capacidade volumétrica do tanque do caminhão é mediante o Certificado de Verificação Volumétrica emitido pelos postos de verificação de tanques (VT) do IPEM. São quatro postos: Em Guarulhos, Bauru, São José do Rio Preto e Paulínia.

Os técnicos do IPEM conferem a capacidade do tanque enchendo com água cada um dos compartimentos. O volume de água colocado no tanque é medido com precisão por meio de um medidor volumétrico calibrado. Uma vez determinado o volume de cada compartimento, uma referência é afixada, marcando até onde o tanque precisa ser enchido para conter o volume correto. Na verdade, cada compartimento do tanque é uma medida de volume calibrada! Simples, mas fundamental, como a maioria das coisas simples.

Para obter o serviço acesse o site do IPEM-SP.

Aferição dos táxis pelo Ipem-SP é feita no S do Senna

3 de fevereiro de 2011

O piloto Ayrton Senna vistoria obras no autódromo em 1989, ano em que passou por reformas

Curiosidade: O piloto Ayrton Senna propôs que fosse feito um S ligando a reta dos boxes à curva do sol, melhorando o traçado que estava proposto, hoje recebe o nome de S do Senna.

A aferição de taxímetros da frota da Capital continua sendo feita a todo vapor pela equipe do Ipem-SP em Interlagos. Os taxistas que passaram por lá, já tiveram a experiência de correr no S do Senna, famoso trecho da pista do autódromo de Interlagos.

Para os taxistas que ainda não realizaram a aferição e para todos nós que apenas usufruimos do serviço de táxi ou que não sabemos como é feito este serviço, aqui vai mais um vídeo preparado pela ACO (Assessoria de Comunicação do Ipem-SP).