Posts Tagged ‘Meio Ambiente’

Metrologia e Meteorologia: O Anemômetro

21 de setembro de 2011

Anemômetro com hélice e catavento (foto wikipédia)

O nome anemômetro vem do grego “anemós”, que significa vento. Medir a velocidade e direção dos ventos é fundamental em meteorologia, sobretudo para prever o tempo climático.

Anemômetro de Conchas

Os tipos mais comuns de anemômetro são os de conchas e os de hélice. Ambos obedecem ao mesmo princípio de medição, ou seja, a passagem do ar pelas conchas ou pela hélice faz com que estas girem com velocidade proporcional à velocidade do vento. O movimento desses dispositivos é, por sua vez, transmitido a um sistema de registro, que pode ser mecânico, elétrico ou eletrônico. O sistema precisa ser calibrado para que registre corretamente a velocidade, e isto é feito em um túnel de vento.

O anemômetro de hélice fixo precisa de um catavento acoplado de modo a posicioná-lo contra o vento. Os anemômetros registram as velocidades em metros por segundo ou quilômetros por hora. O anemômetro fixo mais utilizado é o de conchas.

Os cataventos são muito antigos e ainda são usados na Europa, no telhado das casas, para indicar a direção do vento e deixar a propriedade mais charmosa. É muito fácil e divertido fabricar um catavento com hélice em casa. Já o anemômetro não é tão simples, pois o problema não é captar o vento, mas criar um dispositivo que registre a sua velocidade corretamente.

Anúncios

Metrologia e Meteorologia: O Pluviômetro

13 de setembro de 2011

Pluviômetro doméstico

O nome pluviômetro é formado pela palavra latina pluvia (chuva) mais o termo grego metro. É um instrumento extremamente simples e, também, muito antigo.

O pluviômetro mede a quantidade de água da chuva em milímetros de altura por metro quadrado. Sim, é uma notação um pouco estranha, mas já vamos explicar.

Para se ter uma boa idéia da quantidade de chuva que cai num lugar, a maneira mais simples é imaginar que a chuva não escorre ou se infiltra no solo, mas permanece ali como uma lâmina de água. Se medirmos a altura dessa lâmina de água em milímetros, teremos, ao mesmo tempo, uma boa noção intuitiva de quanto choveu, além de podermos calcular essa quantidade em litros.

O cálculo é, também, bastante simples. Uma lâmina d’água com um milímetro de altura, que ocupe um metro quadrado de área, terá um milhão de milímetros cúbicos. Isso equivale a mil mililitros, ou seja, um litro!  Então, quando ouvimos dizer que choveu10 milímetros em algum lugar, podemos imaginar que a precipitação acumulou uma lâmina d’água ideal de 10 milímetros (um centímetro) de altura, o que equivale a um volume de 10 litros em cada metro quadrado de superfície.

A partir desse conceito já dá para imaginar um método de medir a quantidade de chuva:  Basta colocar ao relento uma vasilha cuja abertura (boca) seja igual ao fundo, esperar chover e, depois, medir com uma régua quantos milímetros de altura tem a lâmina d’água acumulada no fundo da vasilha. Pois bem, isso é um pluviômetro!

Pluviômetro de Báscula ou Pluviógrafo.

É claro que os pluviômetros usados pelos meteorologistas têm construção mais sofisticada, mas o princípio é exatamente o mesmo. Na verdade, a meteorologia moderna utiliza o pluviômetro automático de báscula ou pluviógrafo, aparelho bem mais complexo que registra mecânica ou eletronicamente os níveis de precipitação obtidos durante a operação do instrumento. Entretanto, se você quiser instalar o seu próprio pluviômetro no quintal, não se esqueça de verificá-lo imediatamente após cada chuva, caso contrário a água contida no aparelho poderá evaporar e falsear a leitura.

Campanha de Consciência ambiental no trabalho

12 de agosto de 2011

Consciência ambiental no trabalho é uma das metas do atual gestor da autarquia. Para isso, várias ações e temas foram escolhidos para sensibilizar os servidores do IPEM-SP. O objetivo da campanha é produzir menos lixo, desenvolver hábitos mais sustentáveis, além de ser uma forma de economia para a instituição e para o planeta. Na sessão de páginas aqui ao lado ->, você escolhe a página ” Campanha de Consciência ambiental no trabalho”  onde irá encontrar todas as ações  desenvolvidas em prol da campanha. Confira abaixo as matérias referentes a economia de papel e substituição do tradicional copinho de plástico por canecas que não são descartáveis.

Consumo inteligente de papel: todos nós ganhamos com isso

Desperdiçar papel sem qualquer reaproveitamento não é um problema pontual. Quanto mais papel é produzido, mais árvores são cortadas, mais água é gasta no processo de produção e mais espaço em lixos e aterros é ocupado. A produção de papel está entre os processos industriais que mais utilizam água. São necessários 540 litros para produzir um quilo. E para cada tonelada de papel virgem, doze árvores são derrubadas, segundo o Instituto Akatu.

Já reparou na quantidade de papel que você usa no dia-a-dia? Ele está em embalagens de produtos, livros, revistas, jornais, canhoto de compras e documentos.

E no trabalho, aqui no Ipem-SP? Imagine quantas folhas são gastas desnecessariamente nos diversos setores da autarquia. Mas alguns departamentos, como a Assessoria de Comunicação (ACO), já descobriram alternativas para reutilizar o que imprimiu e não vai usar mais e utilizam folhas impressas de um lado para imprimir do lado oposto, além de montar bloquinhos de anotação.

Algumas atitudes simples ajudam a economizar. Que tal fazer o seu papel?

Saiba como reduzir

– Reflita se a impressão de e-mails é realmente necessária. Utilize a opção “Visualizar Impressão”, antes de imprimir, é muito útil;

– Verifique as margens da folha, tamanho da fonte e tente redimensionar o conteúdo para caber no menor número de páginas possível. Às vezes, por uma linha apenas, uma folha inteira é utilizada;

– Se realmente for fundamental imprimir, imprima na frente e no verso das folhas ou configure a qualidade de impressão de sua impressora como “rascunho”, dessa maneira sairá menos tinta. Caso a impressora não tenha a opção de frente e verso, imprima “somente páginas ímpares”, feito isso coloque as folhas novamente na impressora em ordem, de maneira que quando selecionar “somente páginas pares”, as mesmas saiam impressas na ordem. Imprima de pouco em pouco, de três em três por exemplo. Assim, se caso a impressora puxar duas ou mais folhas, o prejuízo será menor;

– Guarde arquivos em CDs ou em pen drives em vez de mantê-los em versões impressas.

Reutilize as folhas

– Folhas usadas que estejam limpas dão ótimos bloquinhos para anotações. Use sua criatividade e crie-os de sua maneira;

– Folhas com uma face em branco servem para fazer alguns testes de impressão, então quando errar alguma, não amasse o papel e jogue-o fora. Guarde-o, quem sabe quando você precisará usá-lo para testes?

Para reciclagem

– Depois que você reduziu, fez bloquinhos e já os rabiscou com seus recados, é hora de mandar a papelada para reciclagem. Rasgue e jogue o papel sempre em um lixo reservado, separados dos demais, assim ele não irá para aterros sanitários;

– Folhas de caderno, envelopes, fotocópias, cartazes, panfletos e outros materiais de papel podem ser separados juntos. Afinal, é tudo de papel.

 Você já observou quantos copos de plástico consome por dia?

Só no prédio da sede do Ipem-SP foram utilizados no último mês 15 mil copos plásticos descartáveis de água e 500 unidades de copos para café. Isso, sem contar no prédio da Muriaé e das regionais na capital e interior. Muito não é? Será que não é uma boa ocasião para despertar a consciência ambiental no trabalho e também em casa? Pequenas atitudes podem fazer a diferença. Uma boa alternativa é cada um ter um caneca ou copo de vidro ao lado, com isso o uso dos copos plásticos descartáveis podem diminuir radicalmente. Colabore com o planeta, tornando-o sustentável para essa e as futuras gerações.

 

Um dos elementos mais usados nas empresas e que muitas vezes passa despercebido, mas que ataca a natureza de forma violenta são os copos plásticos descartáveis. A maioria das pessoas faz uso do copo uma única vez e já o descarta. Mas quantas vezes essa mesma pessoa toma água por dia? E quantos funcionários também não o fazem? Alguém já parou para pensar nisso? Quem diria que um ato tão corriqueiro e essencial poderia se transformar num atentado contra a natureza.

Uma boa alternativa é cada funcionário ter seu próprio copo ou caneca. São várias as possibilidades, caneca de cerâmica, vidro, ágata, que podem eliminar a sede sem produzir mais lixo, além de ser uma forma de economia para a autarquia e para o planeta.

Plásticos já respondem por 70% da poluição dos oceanos. De acordo com estudo realizado por organizações não governamentais, a concentração de material plástico nos oceanos, antes restrita a alguns pontos, hoje é onipresente nas águas dos mares do mundo inteiro e atingiu níveis inéditos. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 46 mil fragmentos de plástico em cada 2,5 quilômetros quadrados da superfície dos oceanos.

Quando o assunto é poluição, o plástico é sempre citado como um dos grandes vilões, pois leva mais de 100 anos para se degradar. Copos plásticos consomem energia na fabricação, matéria-prima e aumentam o acúmulo de lixo, contribuindo para a emissão de gases do efeito estufa.

Colabore com o planeta. Tenha uma caneca ou copo de vidro, por exemplo, por perto. Adote essa ideia!

Tira da dupla Pesado e Medido no Dia Mundial do Meio Ambiente

3 de junho de 2011

Moral da história: Proteger o meio ambiente é fundamental. O IPEM-SP promove campanhas internas de proteção ao meio ambiente, além de fiscalizar produtos cuja certificação leva em consideração as  questões ambientais.

Fiscalização de catalisadores para diminuição do aquecimento global

2 de junho de 2011

Uma das principais causas do aquecimento global, principalmente nos grandes centros urbanos  é a poluição causada pelo uso intensivo do automóvel. Esse é um problema bem conhecido dos paulistanos, mas pode ser minimizado com a adoção de algumas medidas simples.

 Uma delas é bem acessível aos proprietários dos veículos: comprar catalisadores que venham com o selo do Inmetro. O catalisador é um dispositivo que é acoplado ao sistema de emissão de gases do veículo, vulgo escapamento, e serve para transformar o monóxido de carbono, os hidrocarbonetos e outros gases nocivos, em gases menos poluentes. Acontece que nem sempre esses catalisadores funcionavam direito. De agora em diante, porém, o Inmetro passou a controlar esses dispositivos e a certificação dos mesmos é obrigatória.

O selo deve estar estampado na peça e aposto na embalagem. Isso atesta que o catalisador foi submetido a ensaios de medição de emissão de gases de escapamento e está de acordo com as características de qualidade, aplicabilidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de  controle  ambiental.

Para realizar a fiscalização desse equipamento, a  equipe técnica da capital do Departamento de Metrologia e Qualidade (DMQA) do Ipem-SP esteve reunida esta semana para treinamento sobre conversores catalíticos, popularmente conhecidos como catalisadores.

A finalidade do encontro foi ampliar o conhecimento dos especialistas e técnicos em Metrologia e Qualidade para fiscalizar este produto, que tem certificação compulsória estabelecida pela Portaria Inmetro nº 346/2008.

Objetivo da Portaria:

Estabelecer os critérios para o programa de avaliação da conformidade para conversores catalíticos destinados à reposição, com foco no meio ambiente, através do mecanismo de Declaração da Conformidade do Fornecedor compulsória, atendendo aos requisitos da Resolução Conama nº 282, de 12 de julho de 2001, visando garantir as características de qualidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de controle ambiental e propiciar confiança ao consumidor.

A  obrigatoriedade  visa  preservar  o  meio  ambiente e combater o comércio de peças falsificadas ou de baixa qualidade. Até  dia três de abril de 2011, comerciantes e varejistas poderão comercializar os estoques remanescentes que não apresentem o selo. Após essa data, os fiscais do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) fiscalizarão esse produto.

Compromisso ambiental – Gasto de energia ainda menor para receber o selo

29 de junho de 2010

 

A partir de 2011,o Inmetro irá exigir maior eficiência na economia de consumo de energia dos eletrodomésticos  no país. Os fabricantes terão de adaptar seus produtos a novos padrões caso queiram que eles ganhem o selo  ilustrado acima. A estimativa é de que os produtos com a nova certificação estejam disponíveis no segundo semestre de 2011. (more…)

Tira da dupla Pesado e Medido – Eletrodomésticos

7 de maio de 2010

Moral da história: Na hora de escolher eletrodoméstico, sua mãe certamente irá preferir aquele que gasta menos energia. Verifique a Etiqueta  Nacional de Conservação de Energia – ENCE, que identifica a classificação de consumo.

Dia das Mães : compra de eletrodomésticos

3 de maio de 2010

O Dia das Mães está chegando e o Almanaque do Ipem tem uma dica especial para você. Eletrodomésticos ainda são a opção de muita gente na hora de presentear neste dia, mas existe uma coisa que você precisa estar atento.

(more…)

Mais uma ação a favor do meio ambiente

30 de abril de 2010

 

Durante a Cimeira desse ano (encontro dos governos regionais dos cinco continentes para desenvolver ações para o controle do aquecimento global), em muitos painéis surgiu a questão da poluição causada pelo uso intensivo do automóvel, como uma das principais causas do aquecimento global, principalmente nos grandes centros urbanos.

(more…)