Posts Tagged ‘MEIO AMBIENTE’

Consciência Ambiental no Ipem-SP

3 de junho de 2019

O Ipem-SP está aproveitando a Semana Nacional do Meio Ambiente para estimular a consciência ambiental entre os funcionários. A ideia é produzir menos lixo e desenvolver hábitos mais sustentáveis, proteger a natureza e fazer economia para o instituto. Começamos por evitar o uso dos copos plásticos descartáveis e o consumo desnecessário de papel.

Não descarte copo plástico, descarte o hábito de usá-lo!

Uma pesquisa feita aqui no Ipem-SP revelou que cada servidor consome, em média, cinco copos plásticos descartáveis por dia! É muito plástico jogado fora!

O plástico está se tornando uma verdadeira praga para a natureza, principalmente nos oceanos, e um dos grandes responsáveis são os copos plásticos descartáveis.

Copos plásticos descartáveis podem demorar até duzentos anos para se decompor e são extremamente nocivos ao ambiente natural. Além disso eles custam caro para o Instituto!

caneca

Uma boa alternativa é cada funcionário ter o seu próprio copo ou caneca (ou ambos). As opções são inúmeras e é possível escolher o tipo, a cor e o material da caneca ou copo, desde que estes sejam de uso permanente. Vamos usar a criatividade!

Consumo inteligente de papel: todos ganham com isso!

Quanto mais papel é produzido, mais árvores são cortadas, mais água é gasta no processo de produção e mais espaço em lixos e aterros é ocupado. A produção de papel está entre os processos industriais que mais utilizam água.

É impressionante a quantidade de papel que se usa diariamente com embalagens, revistas, jornais, canhoto de compras e impressão de documentos no trabalho!

Imagine quantas folhas de papel são gastas desnecessariamente no Ipem-SP.  Pois então, algumas atitudes simples podem ajudar a economizar papel e proteger a natureza.

Saiba como reduzir

Na comunicação epistolar (memorandos, planilhas) opte, sempre que possível, pelo e-mail. É muito mais fácil de encaminhar e de manter registros. Arquivos digitais são mais seguros, mais práticos, não ocupam espaço físico e são muito mais fáceis de acessar, além de poderem ser copiados para pendrives, por exemplo, caso seja necessário.

Pense bem antes de imprimir e-mails, planilhas e outros documentos. Só imprima se for realmente necessário.

Se a impressão for inevitável, dimensione o conteúdo para que o texto caiba no menor número de páginas possível. Imprima na frente e no verso das folhas e evite impressão colorida. Um único elemento colorido no documento é computado como impressão colorida, que custa muito mais caro.

papel-reclicla

Reutilize e Recicle

Folhas usadas com o verso em branco dão ótimos blocos para anotações. Já aquela papelada que inevitavelmente temos que dispensar pode ser reciclada! Retire os grampos e clips, e jogue revistas,  envelopes, cartazes, panfletos, jornais, agendas etc. em um lixo reservado apenas para papel, assim ele não irá para aterros sanitários.

Economize e recicle papel, arrume uma caneca com o seu estilo e colabore. A natureza agradece!

Metrologia e Meteorologia: O Anemômetro

21 de setembro de 2011

Anemômetro com hélice e catavento (foto wikipédia)

O nome anemômetro vem do grego “anemós”, que significa vento. Medir a velocidade e direção dos ventos é fundamental em meteorologia, sobretudo para prever o tempo climático.

Anemômetro de Conchas

Os tipos mais comuns de anemômetro são os de conchas e os de hélice. Ambos obedecem ao mesmo princípio de medição, ou seja, a passagem do ar pelas conchas ou pela hélice faz com que estas girem com velocidade proporcional à velocidade do vento. O movimento desses dispositivos é, por sua vez, transmitido a um sistema de registro, que pode ser mecânico, elétrico ou eletrônico. O sistema precisa ser calibrado para que registre corretamente a velocidade, e isto é feito em um túnel de vento.

O anemômetro de hélice fixo precisa de um catavento acoplado de modo a posicioná-lo contra o vento. Os anemômetros registram as velocidades em metros por segundo ou quilômetros por hora. O anemômetro fixo mais utilizado é o de conchas.

Os cataventos são muito antigos e ainda são usados na Europa, no telhado das casas, para indicar a direção do vento e deixar a propriedade mais charmosa. É muito fácil e divertido fabricar um catavento com hélice em casa. Já o anemômetro não é tão simples, pois o problema não é captar o vento, mas criar um dispositivo que registre a sua velocidade corretamente.

Metrologia e Meteorologia: O Pluviômetro

13 de setembro de 2011

Pluviômetro doméstico

O nome pluviômetro é formado pela palavra latina pluvia (chuva) mais o termo grego metro. É um instrumento extremamente simples e, também, muito antigo.

O pluviômetro mede a quantidade de água da chuva em milímetros de altura por metro quadrado. Sim, é uma notação um pouco estranha, mas já vamos explicar.

Para se ter uma boa idéia da quantidade de chuva que cai num lugar, a maneira mais simples é imaginar que a chuva não escorre ou se infiltra no solo, mas permanece ali como uma lâmina de água. Se medirmos a altura dessa lâmina de água em milímetros, teremos, ao mesmo tempo, uma boa noção intuitiva de quanto choveu, além de podermos calcular essa quantidade em litros.

O cálculo é, também, bastante simples. Uma lâmina d’água com um milímetro de altura, que ocupe um metro quadrado de área, terá um milhão de milímetros cúbicos. Isso equivale a mil mililitros, ou seja, um litro!  Então, quando ouvimos dizer que choveu10 milímetros em algum lugar, podemos imaginar que a precipitação acumulou uma lâmina d’água ideal de 10 milímetros (um centímetro) de altura, o que equivale a um volume de 10 litros em cada metro quadrado de superfície.

A partir desse conceito já dá para imaginar um método de medir a quantidade de chuva:  Basta colocar ao relento uma vasilha cuja abertura (boca) seja igual ao fundo, esperar chover e, depois, medir com uma régua quantos milímetros de altura tem a lâmina d’água acumulada no fundo da vasilha. Pois bem, isso é um pluviômetro!

Pluviômetro de Báscula ou Pluviógrafo.

É claro que os pluviômetros usados pelos meteorologistas têm construção mais sofisticada, mas o princípio é exatamente o mesmo. Na verdade, a meteorologia moderna utiliza o pluviômetro automático de báscula ou pluviógrafo, aparelho bem mais complexo que registra mecânica ou eletronicamente os níveis de precipitação obtidos durante a operação do instrumento. Entretanto, se você quiser instalar o seu próprio pluviômetro no quintal, não se esqueça de verificá-lo imediatamente após cada chuva, caso contrário a água contida no aparelho poderá evaporar e falsear a leitura.

Tira da dupla Pesado e Medido no Dia Mundial do Meio Ambiente

3 de junho de 2011

Moral da história: Proteger o meio ambiente é fundamental. O Ipem-SP promove campanhas internas de proteção ao meio ambiente, além de fiscalizar produtos cuja certificação leva em consideração as questões ambientais.

Fiscalização de catalisadores para diminuição do aquecimento global

2 de junho de 2011

Uma das principais causas do aquecimento global, principalmente nos grandes centros urbanos, é a poluição causada pelo uso intensivo do automóvel. Esse é um problema bem conhecido dos paulistanos, mas pode ser minimizado com a adoção de algumas medidas simples. Uma delas é bem acessível aos proprietários dos veículos: comprar catalisadores que venham com o selo do Inmetro.

O catalisador é um dispositivo que é acoplado ao sistema de emissão de gases do veículo, vulgo escapamento, e serve para transformar o monóxido de carbono, os hidrocarbonetos e outros gases nocivos, em gases menos poluentes. Acontece que nem sempre esses catalisadores funcionavam direito. De agora em diante, porém, o Inmetro passou a controlar esses dispositivos e a certificação dos mesmos é obrigatória, conforme Portaria Inmetro nº 346/2008.

O selo deve estar estampado na peça e aposto na embalagem. Isso atesta que o catalisador foi submetido a ensaios de medição de emissão de gases de escapamento e está de acordo com as características de qualidade, aplicabilidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de controle ambiental.

Tira da dupla Pesado e Medido – Eletrodomésticos

7 de maio de 2010

Moral da história: Na hora de escolher eletrodoméstico, sua mãe certamente irá preferir aquele que gasta menos energia. Verifique a Etiqueta  Nacional de Conservação de Energia – ENCE, que identifica a classificação de consumo.