Posts Tagged ‘Natal’

Boas Festas e Feliz 2017.

15 de dezembro de 2016

champagne

O ano de 2016 teve de tudo, menos monotonia!

Agora que ele está chegando ao fim, e apesar das incertezas e das dificuldades que ainda estão por aí, não dá para recusar a sensação de que as coisas vão melhorar em 2017!

No IPEM-SP todos trabalhamos muito e conseguimos manter o Instituto firme e atuante, o que nos dá a certeza de que podemos superar qualquer adversidade. Aqui no Almanaque também estamos otimistas!

Queremos, então, agradecer a sua companhia, a sua participação e o seu incentivo durante este ano, e esperamos que você continue conosco no ano que vem!  Muito obrigado, boas festas e um feliz 2017.

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Boas Festas

9 de dezembro de 2015

Natal2015

A imagem de cartão postal acima, típica das latitudes elevadas do hemisfério norte, sempre é associada às festas de fim de ano…. Acontece que a maioria dos mitos, crenças e costumes que ocupam o nosso imaginário a respeito desta época foi criada na Europa, onde agora é inverno.

Por conta disso, mesmo vivendo o pleno verão do hemisfério sul, nos vemos às voltas com personagens invernais como o pinheiro da Noruega, as renas, o boneco de neve, os gnomos, Papai Noel e as auroras boreais da Lapônia.

Assim, para que a ilustração não contenha apenas elementos exóticos, colocamos no céu noturno da paisagem a constelação de Órion, que por estar sobre o equador pode ser vista, democraticamente, nos dois hemisférios.

E com essa imagem tão contraditoriamente familiar queremos desejar Boas Festas a todos, principalmente aos que nos acompanharam ao longo deste ano!  Nos vemos em 2016!

A Neve e a Metrologia

10 de dezembro de 2014

campo de neve

Sim, sabemos que no Brasil a neve é pouco comum. Além disso, estamos em pleno verão! Nesta época o inverno está no hemisfério norte. Mas acontece que as paisagens nevadas do Natal pertencem à nossa cultura e são reforçadas pelo cinema e pelas tradições do velho continente. Ou seja, a neve vive no nosso imaginário e não é possível ignorá-la nesses dias de Papai Noel. Então, vamos falar de neve!

O processo de formação de um floco de neve é semelhante ao de uma gota de chuva, isto é, o vapor d’água presente na atmosfera se fixa em torno de uma partícula sólida em suspensão (pode ser sal, poeira e até bactérias!) formando um pequeno cristal de gelo.

Cristais de neve: fotos de Wilson Bentley (domínio público)

Os cristais se formam muito pequenos, com cerca de 3 µm a 5 µm. Um micrometro (não confundir com micrômetro, que é um instrumento de medir coisas pequenas) equivale a um milésimo de milimetro. Os cristais “crescem” e chegam a até uns 3 mm. O modo como as moléculas de água se organizam determina a forma hexagonal do cristal.

A nuvem precisa estar com temperatura abaixo de zero para formar neve. Alterações na temperatura e na umidade afetam o tamanho e forma do cristal.  Os famosos cristais em forma de estrela exigem temperaturas entre -22  °C e -10 °C  e maior umidade. Uma vez precipitada, a neve se acumula sobre a superfície. A neve recém precipitada tem densidade entre 30 kg/m³ a 50 kg/m³. Neves mais antigas e compactadas por sucessivas precipitações atingem 200 kg/m³, enquanto o gelo tem densidade de 900 kg/m³. A melhor neve para esquiar é a nova e fofa (powder), enquanto a pior é a neve já intensamente solidificada (icy).

Jingle Bells

5 de dezembro de 2014
sino

Jingle Bell

Foi o americano James Lord Pierpont (1822–1893) quem criou e publicou Jingle Bells, em 1857,  com o título de “One Horse Open Sleigh” (trenó aberto de um cavalo). A canção foi inspirada nas corridas de trenó  na neve e, originalmente, era cantada nos bares. Só mais tarde Jingle Bells tornou-se uma canção natalina, e hoje é uma das mais populares do mundo. É o que informa a wikipedia  http://en.wikipedia.org/wiki/Jingle_Bells de quem somos sempre devedores.

Aqui no Brasil o compositor Evaldo Rui (1913-1954) criou em 1951 a conhecida versão em português. Pouca gente, entretanto, conhece a pitoresca letra original em inglês, que não faz nenhuma referência ao Natal! Então resolvemos publicá-la aqui no Almanaque. A tradução e a versão adaptada é nossa, então, podem cantar à vontade. Boas festas a todos!!

Clique aqui para ver as letras: Jingle bells

One horse open sleigh

One horse open sleigh

BOAS FESTAS A TODOS!!

10 de dezembro de 2013

noel3a

Papai Noel é um símbolo indiscutível e universal. O nome Noel vem do francês e significa, é claro, Natal! Por outro lado, a palavra natal vem do latim “natalis”, que é declinação do verbo “nascor”  e significa nascer.

Os antigos europeus pré-cristãos, que eram politeístas, comemoravam o nascimento do Sol durante o solstício de inverno, que no hemisfério norte ocorre em 22 de dezembro! Arqueólogos afirmam que Stonehenge, o famoso círculo megalítico inglês, foi palco de rituais que festejavam o evento há mais de cinco mil anos!

No Império Romano a data era celebrada com a Saturnália, festival em homenagem ao deus Saturno,  enquanto o antigo deus persa Mitra tinha o seu aniversário comemorado no dia 25 de dezembro. Já os cristãos passaram a comemorar o nascimento de Cristo nessa data a partir do século IV.

Ou seja, considerando ou não as crenças religiosas,  parece que sempre  tivemos bons motivos para comemorar e festejar o dia 25 de dezembro. Vamos manter a tradição! Boas Festas a todos!

Medições Fabulosas: O Albatroz e o Gnomo

20 de dezembro de 2011

Era uma vez um gnomo a quem Papai Noel pedira que encontrasse um pinheiro de exatos 10 metros para ser transformado em árvore de natal. O gnomo, portanto, saiu pelos campos nevados investigando os pinheiros que encontrava:

– Que idéia – Dizia consigo o gnomo – Pra que um pinheiro de 10 metros? Isso é um capricho tolo. Como é que eu vou descobrir qual dessas árvores imensas tem esse tamanho? Eu mal consigo calcular a altura do galho mais baixo, quanto mais da árvore toda…

Um albatroz que passava por ali ouviu a conversa e resolveu ajudar:

– É muito simples, falou o Albatroz – Você sobe nas minhas costas e eu o transporto para o alto de um pinheiro. Depois, você amarra um barbante bem no topo e eu o trago de volta. Aí, você mede o barbante.

– Isso não vai funcionar – respondeu o gnomo, já desconfiado da presença de um bando de albatrozes e gaivotas ali, tão longe do mar – Isso seria uma grande idéia se eu tivesse um barbante aqui comigo. Eu só trouxe uma fita métrica, e ela tem apenas um metro.

– Bem – concordou o albatroz – então você vai ter que recorrer à matemática.

– Como é que é? – Perguntou o gnomo.

– Eu explico. Você reparou que todas as árvores estão projetando as suas sombras sobre a neve?

– Claro que reparei.

– Pois então. As sombras são proporcionais ao tamanho das árvores. O que você tem que fazer é o seguinte. Espete o seu bastão de caminhada na neve. Agora meça a altura do bastão que ficou acima da neve e o comprimento da sombra que ele projeta.

– Pronto. Meu bastão tem 1 metro e projeta uma sombra de 1,5 metros. Então, então…

– Então – completou o albatroz – para encontrar uma árvore de 10 metros  de altura você vai ter que achar uma sombra de 15 metros de comprimento, certo? Mas trabalhe rápido. O tamanho das sombras muda de acordo com a posição da fonte de luz.

– Ora, sou um gnomo! Nem mesmo você, albatroz, é mais rápido do que eu.

Num instante o rapidíssimo gnomo foi medindo as sombras das árvores próximas até achar uma que tivesse, exatamente, quinze metros. Assim que a encontrou, marcou o tronco da árvore correspondente com tinta. Voltou-se, então, para agradecer o albatroz, mas este já havia voado para longe.

– Puxa – Pensou o gnomo – Que albatroz sabido! Parece até que eu ouvi as explicações da boca do Papai Noel.

Tira da dupla Pesado e Medido

12 de dezembro de 2011

Moral da história: Nessa época de Natal é bom ficar atento com o que se compra. Verifique sempre o Selo do Inmetro nos brinquedos, veja a Etiqueta Têxtil nas roupas e confira se o pisca-pisca tem tomada aprovada pelo Inmetro. Aliás, só compre pisca-pisca em comércio estabelecido, confira a amperagem e a voltagem e, no caso de produto importado, veja se as informações estão em português.  Exija a nota fiscal. Cuidado, tem muito pisca-pisca pirata por aí, e produto pirata pode causar acidentes sérios.

BOAS FESTAS E FELIZ 2011

23 de dezembro de 2010

Chegamos ao Natal e ao fim de mais um ano… É nesta época que as pessoas procuram demonstrar toda a sua afeição àqueles a quem querem bem,  já que nem sempre é possível fazer isso durante o ano. Também é época de avaliar o nosso desempenho profissional e pessoal durante o ano que passou, e agradecer àqueles que nos ajudaram a crescer e a realizar.  É isso, exatamente, o que a redação do Almanaque quer expressar neste último post do ano. Queremos dizer que tem sido um prazer e um privilégio conversar com você e informá-lo sobre o que o IPEM-SP faz! Queremos agradecer a sua companhia, a sua participação e o seu incentivo. Esperamos que durante o próximo ano você continue conosco!  Afinal de contas, sem você o Almanaque não tem razão de ser. Muito obrigado, boas festas e um feliz 2011.

Festas de fim de ano: Cuidado com o bafômetro…

20 de dezembro de 2010

As leis brasileiras são bastante rígidas no que diz respeito a punir quem dirige alcoolizado. Por isso, muita gente que gosta de tomar umas e sair dirigindo por aí, anda se perguntando se é possível enganar o bafômetro, aquele aparelho usado pelos policiais para descobrir se o motorista passou da conta.

Aparece tudo que é receita: Tem gente que acha que comer coisas muito gordurosas funciona. Outros sugerem beber vinagre, comer cebola, chupar pastilhas de leite de magnésia e, até, comer banana, na vã esperança de que os vapores exalados pelo hálito contaminado por essas, digamos, substâncias espertas, enganariam o aparelho.

Só que a coisa não funciona assim. O etilômetro, ou bafômetro, mede a concentração de álcool presente no ar alveolar, isto é, o ar exalado pelos pulmões quando a gente expira. Ou seja, quando alguém toma bebida alcoólica, esta vai parar no sangue. O sangue, todos sabem, é conduzido aos pulmões justamente para que haja troca de gases: entra oxigênio e sai gás carbônico. Nessa troca, parte do álcool presente no sangue acaba evaporando (o álcool é muito volátil) e se mistura com o ar exalado na respiração. Quando o motorista supostamente alcoolizado sopra o bafômetro, o ar reage com substâncias químicas dentro do aparelho. São reações químicas específicas, portanto, não adianta tentar ludibriar a sensibilidade do equipamento com a ingestão de panacéias.  Afinal, não é pelo cheiro que o etilômetro detecta álcool.

Ou seja, neste fim de ano, o melhor mesmo é evitar a bebida alcoólica se for dirigir, e não apenas em razão da possibilidade de ser pego pelo bafômetro, mas principalmente porque motorista embriagado faz bobagem!