Arquivo do Autor

A metrologia e a linguagem: Grafia dos nomes

18 de julho de 2019

Grafia dos nomes de unidades

Quando escritos por extenso, os nomes das unidades começam sempre por letra minúscula, mesmo quando têm o nome de um cientista (exemplo: ampere, kelvin, newton).

O nome da unidade de temperatura grau Celsius, símbolo ºC, não é uma exceção (embora pareça) já que o nome da unidade é grau e começa pela letra “g” minúscula. Celsius é escrito com letra maiúscula por ser um nome próprio que adjetiva a unidade grau.

O nome de uma unidade só é escrito com letra maiúscula quando iniciar uma frase (exemplo: “Kelvin é a unidade de temperatura termodinâmica do SI”), ou quando a sentença estiver toda em letras maiúsculas, como em um título (exemplo: OS MÚLTIPLOS DO METRO).

Quando o nome da unidade é justaposto ao nome de um prefixo, não há espaço, e nem hífen, entre o nome do prefixo e o nome da unidade. Eles formam uma única palavra. Observe que esta regra contraria o Acordo Ortográfico em dois casos:

1- Contrariamente ao Acordo Ortográfico, não se usa o hífen quando o segundo elemento começa por h ou pela mesma vogal com que o prefixo termina. Deve-se escrever, por exemplo,  kilohertz (ou quilohertz), microoersted, nanoohm e não kilo-hertz (ou quilo-hertz), micro-oersted ou nano-ohm;

2- Contrariamente ao Acordo Ortográfico, não se dobra a letra r ou s na formação de nome de unidades quando o prefixo termina em vogal e o nome da unidade inicia com a letra r ou s. Deve-se escrever, por exemplo, miliradiano, milisegundo, nanosegundo e não milirradiano, milissegundo e nanossegundo.

Na expressão do valor numérico de uma grandeza, a respectiva unidade pode ser escrita por extenso ou representada pelo seu símbolo (exemplo: vinte metros por segundo ou 20 m/s). Não são admitidas combinações de partes escritas por extenso com partes expressas por símbolo.

Quando o nome de uma unidade derivada é formado pela multiplicação das unidades que lhe deram origem, utiliza-se um espaço ou um hífen entre elas (exemplo: pascal segundo ou pascal-segundo, megawatt hora ou megawatt-hora.

Quando o nome de uma unidade derivada for formado com o nome de uma unidade elevada à potência 2 ou 3, as palavras “quadrado” ou “cúbico” são colocadas após o nome dessa unidade. Por exemplo: metro por segundo quadrado (m/s²), metro cúbico por segundo (m³/s).

Veja, no próximo post desta série, com é feito o plural dos nomes das unidades SI.

Fonte: Portaria nº 590, de 02 de dezembro de 2013

Anúncios

A metrologia e a linguagem: O “K” da Questão…

15 de julho de 2019

Camões e a Metrologia. O poeta perdeu o olho direito na guerra, e costuma ser representado com folhas de louro a lhe ornar a testa.

A metrologia, todos sabemos, é a ciência das medições. E por ser ciência fortemente ancorada na física, na matemática e outras disciplinas ditas “exatas”, não nos ocorre pensar que ela, a metrologia, tenha algo a dizer sobre a Língua Portuguesa.

Por outro lado, como também sabemos, a metrologia é ubíqua, está em toda parte e de tudo participa.

Portanto, vamos ver de que modo a metrologia interfere (ou contribui) com o belo idioma de Camões, cuja famosa epopeia “Os Lusíadas” tornou-se um cânone e é uma referência para toda a comunidade lusófona. O assunto, já se vê, é extenso.

Vamos começar, neste post, com a reintrodução das letras “K; W; Y” no alfabeto português por conta do Acordo Ortográfico que passou a vigorar obrigatoriamente no Brasil a partir de 2016.

Acontece que esse fato motivou o Inmetro a autorizar que o prefixo “quilo” (que multiplica a unidade por mil) passe a ser escrito também com “k”. Ou seja, do ponto de vista da grafia dos termos metrológicos, doravante pode-se escrever kilometro, kilolitro, kilograma etc.

Achou que na palavra kilometro faltou o acento circunflexo? Pois é assim mesmo que essa palavra será escrita e pronunciada! Assim como acontece com a palavra kilograma, que é paroxítona e, portanto, não tem acento circunflexo no “o”,  passou-se a permitir a grafia “kilometro” (sem a acentuação), de modo que a pronúncia passa a ser kilométro.

Estranho? Na verdade essa nova regra faz sentido, pois apenas os múltiplos e submúltiplos do metro tinham essa grafia e pronúncia diferentes.  Assim, em respeito à regra geral de escrita do SI que estabelece a junção simples dos prefixos aos nomes das unidades, os outros múltiplos e submúltiplos do metro que são proparoxítonos passaram a ser paroxítonos. Portanto, escreve-se milimetro, centimetro, decimetro, decametro, hectometro e kilometro  (e a pronúncia acompanha a grafia).

Essas mudanças não são, ainda, impositivas, de modo que se pode optar por continuar escrevendo à moda antiga.

Pronúncia dos múltiplos e submúltiplos das unidades

Na forma oral os nomes dos múltiplos e submúltiplos decimais das unidades devem ser pronunciados por extenso, prevalecendo a sílaba tônica da unidade (e não do prefixo).

Assim, os múltiplos e submúltiplos decimais do metro devem ser pronunciados com acento tônico na penúltima sílaba (mé). Por exemplo: megametro, kilometro, hectometro, decametro, decimetro, centimetro, milimetro, micrometro (diferente de micrômetro, que é um instrumento de medição), nanometro, etc.

No Brasil, como vimos, as únicas exceções a esta regra são as palavras quilômetro, hectômetro, decâmetro, decímetro, centímetro e milímetro. Por serem consagradas pelo uso estas palavras  admitem dupla pronúncia, com o acento tônico deslocado para o prefixo. Veja, no próximo post, a continuação desta matéria.

Fonte: Portaria nº 590, de 02 de dezembro de 2013

 

 

 

Chegou a “Metrologia em Revista” Ano III – n° 2 .

10 de julho de 2019

 

Clique na imagem para acessar a revista

A “Metrologia em Revista” do segundo trimestre de 2019 já pode ser lida. Ela traz algumas matérias muito interessantes, com destaque para os padrões metrológicos de massa. Confira!

Dia do Metrologista 2019

26 de junho de 2019

No Brasil comemoramos o Dia Nacional do Metrologista em 26 de junho. Foi nesta data que, em 1862, o Imperador Dom Pedro II promulgou a lei nº. 1157, pela qual o País adotou o Sistema Métrico Decimal. O metrologista, todos sabem, é o profissional que trabalha com medições, uma das atividades mais antigas e mais praticadas em todo o mundo.

Aqui no Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo são os metrologistas que, naturalmente, formam a base da instituição e se dedicam a exercer o controle das atividades metrológicas e da avaliação da conformidade no âmbito do Estado.

Pelo inestimável serviço que prestam à sociedade cumprimentamos, neste dia, a todos os metrologistas do Brasil e, em particular, aos metrologistas do Ipem-SP. Parabéns, colegas!

Hoje é dia de solstício. O Inverno chegou!

21 de junho de 2019

Este ano de 2019 o inverno no hemisfério sul tem início, precisamente, às 15 horas e 54 minutos do dia 21 de junho! Na maior parte do território brasileiro as temperaturas não chegam a cair muito, a não ser no sul, quando as latitudes mais elevadas (mais distantes do equador) têm maior influência sobre o clima e a duração dos dias e noites.

Mas o que é que a metrologia tem com isso? Bem, o próprio conceito de latitude tem a ver com metrologia. Para quem não se lembra, latitude e longitude são coordenadas geográficas que permitem medir distâncias e localizar um ponto na superfície do planeta. Isso é feito com os chamados paralelos e meridianos. Aliás, foi medindo o comprimento de um meridiano que se chegou à primeira definição do metro!

Os meridianos são linhas imaginárias traçados de polo a polo, verticalmente ao equador. Marcam a longitude. O principal deles é o meridiano de Greenwich, que passa pela cidade do mesmo nome na Inglaterra. É o marco inicial de longitude e dos fusos horários.  Os paralelos, como o nome diz, são linhas imaginárias traçadas paralelamente ao equador e que delimitam, entre outras coisas, as zonas tropicais e polares. Marcam a latitude.

Os trópicos são paralelos que delimitam as zonas tropicais e marcam o ponto mais ao norte, ou mais ao sul que o sol atinge, em seu movimento aparente em torno da terra, durante os solstícios de verão e de inverno. O trópico de Capricórnio (23° 26’ 14” S) delimita a zona tropical sul, passa no Brasil sobre o Estado de São Paulo (inclusive aqui na cidade de São Paulo) e também no norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. Hoje, por estarmos no solstício de inverno, o sol se encontra sobre o trópico de Câncer (23° 26″ 14′ N) e determina o início do verão no hemisfério norte.

 

Festas Juninas!

14 de junho de 2019

O mês de junho traz o inverno e as festas juninas. Com as temperaturas mais baixas e as festas e quermesses ao ar livre, em torno das fogueiras, é época de tirar os agasalhos do armário (ou comprar novos) e se deliciar com as comidas típicas. Para o Ipem-SP é época de fiscalizar os produtos mais consumidos durante esse período para que o consumidor se divirta sem sustos. Veja, a seguir, algumas dicas:

Ao comprar fantasias e agasalhos, fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém informações sobre a composição do tecido, tamanho, dados do fabricante e cuidados na conservação. O Ipem-SP fiscaliza a presença da etiqueta, que é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho e muitos outros produtos!

Fique atento também ao comprar produtos pré-medidos, cuja quantidade é determinada sem que o consumidor acompanhe o processo de medição. Os produtos pré-medidos típicos da época, como os doces, bolos, fubá, canjica, cachaça, arroz etc. trazem na embalagem a indicação da quantidade líquida. O Ipem-SP fiscaliza esses produtos. Na dúvida, fale com a ouvidoria do Ipem-SP pelo número 0800.013.05.22.

Não solte balões! Lembre-se de que soltar balão é crime, e coloca em risco a vida e o patrimônio das pessoas. E já que estamos no assunto, lembre-se também de que é proibido soltar fogos na cidade de São Paulo, pois as explosões provocam mal-estar em idosos, crianças e animais domésticos.

 

12 de junho é Dia dos Namorados

7 de junho de 2019

 

Dia dos namorados é dia de trocar presentes!

Se você resolveu dar roupa, fique de olho na etiqueta têxtil. Ela contém uma série de informações importantes sobre o tipo de composição do tecido, tamanho, dados do fabricante e cuidados para limpeza. A presença da etiqueta têxtil é obrigatória nas peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, colchões, travesseiros, linhas e mais um grande variedade de produtos! Equipes de fiscalização  do Ipem-SP visitam as lojas e retiram de comercialização os produtos que estiverem irregulares ou que não apresentarem a etiqueta têxtil. Aliás, lembre-se de que a lã e a seda são fibras naturais. Não existem lãs e sedas sintéticas.

E se você for dar chocolate observe que as embalagens do produto, como as caixas de bombom, por exemplo, informam o peso líquido do chocolate contido na embalagem.  O Ipem-SP fiscaliza os chocolates para que o seu presente esteja com o peso certo.

 

Lembre-se de que o uso do preservativo (camisinha) pode evitar gravidez indesejada, além  de proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis! Antes de comprar, preste atenção na embalagem. Ela deve estar intacta, dentro do prazo de validade e precisa ter o símbolo do Inmetro. O Ipem-SP fiscaliza regularmente os preservativos e retira de comercialização os que estiverem irregulares.

Dia Mundial do Meio Ambiente

5 de junho de 2019

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado no dia 5 de junho pela Assembleia Geral da ONU, em 1972, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia, onde o tema principal foi o meio ambiente. A partir daí a data tem sido comemorada todos os anos com eventos destinados a conscientizar as pessoas da necessidade de preservar o meio ambiente.

Este ano será a vez da China sediar a conferência internacional do Dia Mundial do Meio Ambiente, com o tema “Poluição do Ar”.

A poluição do ar é causada, principalmente, pela emissão de gases e material particulado fino proveniente da ação humana. Naturalmente, o monitoramento da qualidade do ar envolve muita metrologia.

Estação de monitoramento e avaliação da qualidade do ar (foto divulgação CETESB)

As medições são feitas em estações de monitoramento onde instrumentos de medição (monitores) geram dados que são comparados com os padrões legais de qualidade do ar. Um padrão de qualidade do ar define um limite máximo aceitável para a concentração de componentes atmosféricos e é baseado em estudos científicos dos efeitos produzidos por poluentes específicos. O nível de poluição do ar é medido por sensores metrológicos que quantificam as substâncias poluentes nele presentes.  Considera-se poluente qualquer substância que, em razão da sua concentração, possa torná-la imprópria ou nociva à saúde e bem-estar das pessoas, da fauna e da flora.

Os sensores típicos usados em estações incluem medidores de velocidade e direção do vento, radiação solar, temperatura do ar, temperatura da água, temperatura do solo, umidade relativa, precipitação e pressão barométrica. Incluem também uma ampla gama de analisadores de gases que medem as concentrações de dióxido de enxofre (SO2), sulfeto de hidrogênio (H2S), ozônio (O3), óxido de nitrogênio (NOx), dióxido de nitrogênio (NO2), monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e hidrocarbonetos, entre outros.

Clique aqui e saiba mais sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente 2019 e o que podemos fazer a respeito.

 

Consciência Ambiental no Ipem-SP

3 de junho de 2019

O Ipem-SP está aproveitando a Semana Nacional do Meio Ambiente para estimular a consciência ambiental entre os funcionários. A ideia é produzir menos lixo e desenvolver hábitos mais sustentáveis, proteger a natureza e fazer economia para o instituto. Começamos por evitar o uso dos copos plásticos descartáveis e o consumo desnecessário de papel.

Não descarte copo plástico, descarte o hábito de usá-lo!

Uma pesquisa feita aqui no Ipem-SP revelou que cada servidor consome, em média, cinco copos plásticos descartáveis por dia! É muito plástico jogado fora!

O plástico está se tornando uma verdadeira praga para a natureza, principalmente nos oceanos, e um dos grandes responsáveis são os copos plásticos descartáveis.

Copos plásticos descartáveis podem demorar até duzentos anos para se decompor e são extremamente nocivos ao ambiente natural. Além disso eles custam caro para o Instituto!

caneca

Uma boa alternativa é cada funcionário ter o seu próprio copo ou caneca (ou ambos). As opções são inúmeras e é possível escolher o tipo, a cor e o material da caneca ou copo, desde que estes sejam de uso permanente. Vamos usar a criatividade!

Consumo inteligente de papel: todos ganham com isso!

Quanto mais papel é produzido, mais árvores são cortadas, mais água é gasta no processo de produção e mais espaço em lixos e aterros é ocupado. A produção de papel está entre os processos industriais que mais utilizam água.

É impressionante a quantidade de papel que se usa diariamente com embalagens, revistas, jornais, canhoto de compras e impressão de documentos no trabalho!

Imagine quantas folhas de papel são gastas desnecessariamente no Ipem-SP.  Pois então, algumas atitudes simples podem ajudar a economizar papel e proteger a natureza.

Saiba como reduzir

Na comunicação epistolar (memorandos, planilhas) opte, sempre que possível, pelo e-mail. É muito mais fácil de encaminhar e de manter registros. Arquivos digitais são mais seguros, mais práticos, não ocupam espaço físico e são muito mais fáceis de acessar, além de poderem ser copiados para pendrives, por exemplo, caso seja necessário.

Pense bem antes de imprimir e-mails, planilhas e outros documentos. Só imprima se for realmente necessário.

Se a impressão for inevitável, dimensione o conteúdo para que o texto caiba no menor número de páginas possível. Imprima na frente e no verso das folhas e evite impressão colorida. Um único elemento colorido no documento é computado como impressão colorida, que custa muito mais caro.

papel-reclicla

Reutilize e Recicle

Folhas usadas com o verso em branco dão ótimos blocos para anotações. Já aquela papelada que inevitavelmente temos que dispensar pode ser reciclada! Retire os grampos e clips, e jogue revistas,  envelopes, cartazes, panfletos, jornais, agendas etc. em um lixo reservado apenas para papel, assim ele não irá para aterros sanitários.

Economize e recicle papel, arrume uma caneca com o seu estilo e colabore. A natureza agradece!

Dia Mundial da Metrologia 2019

20 de maio de 2019

O poster de 2019 foi criado pelo “the Standards and Calibration Laboratory”, Hong Kong, China.

Hoje comemoramos o Dia Mundial da Metrologia. O texto a seguir é uma tradução (e ligeira adaptação) do site World Metrology Day, que é suportado pelo BIPM – Bureau International des Poids et Mesures (Escritório Internacional de Pesos e Medidas) e pela OIML – Organisation Internationale de Métrologie Légale (Organização Internacional de Metrologia Legal).

“O tema do Dia Mundial da Metrologia de 2019 é O Sistema Internacional de Unidades – Fundamentalmente melhor. Este tema foi escolhido porque em 16 de novembro de 2018 a 26ª Conferência Geral sobre Pesos e Medidas concordou em promover o que é, talvez, uma das revisões mais significativas do Sistema Internacional de Unidades (o SI) desde o seu início. Pesquisas sobre novos métodos de medição, incluindo aqueles que usam fenômenos quânticos, sustentam a mudança, que entra em vigor justamente no dia de hoje, 20 de maio de 2019. O SI agora é baseado em um conjunto de definições, cada uma delas ligada às leis da física, e tem a vantagem de ser capaz de incorporar novas melhorias na ciência e tecnologia de medição para atender às necessidades dos futuros usuários por muitos anos.

De fato, cada vez mais amplamente a metrologia, a ciência da medição, vem desempenhando um papel central na descoberta e inovação científicas, na produção industrial e no comércio internacional, na melhoria da qualidade de vida e na proteção do meio ambiente global.

O Dia Mundial da Metrologia é uma celebração anual da assinatura da Convenção do Metro em 20 de maio de 1875 por representantes de dezessete nações, o Brasil inclusive! A Convenção estabeleceu a estrutura para colaboração global na ciência da medição e em suas aplicações industriais, comerciais e sociais. O objetivo original da Convenção do Metro – a uniformidade mundial da medição – permanece tão importante hoje quanto em 1875.”